quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Japão quer colocar mil robôs para trabalhar: lojas e fábricas estão na mira

Com inteligência artificial física, a KDDI quer automatizar atividades em lojas, fábricas e centros logísticos, reduzindo a dependência de mão de obra

robôs para trabalhar

A operadora japonesa KDDI anunciou um investimento de 30 bilhões de ienes em inteligência artificial aplicada à robótica, com a meta de colocar mais de mil robôs em operação até o ano fiscal de 2030.

A iniciativa pretende automatizar atividades no comércio, na logística e na indústria, setores que enfrentam uma crescente escassez de trabalhadores no Japão.

Durante uma demonstração realizada na terça-feira (27), um robô humanoide recebeu um pedido de biscoitos de chocolate, caminhou até uma prateleira e utilizou os dedos para pegar o produto.

O equipamento conseguiu interpretar a solicitação e executar os movimentos necessários de maneira autônoma, sem depender de comandos individuais para cada ação.

A tecnologia utilizada é conhecida como inteligência artificial física (Physical AI), que permite aos robôs reconhecer o ambiente, analisar situações e decidir como realizar tarefas no mundo real.

Para desenvolver essa tecnologia, a KDDI criou, em parceria com a ELYZA, a empresa ELYZA Robotics, que iniciou suas atividades em 1º de outubro. A nova companhia será responsável por todo o processo, desde a pesquisa e o desenvolvimento até a implantação dos equipamentos em ambientes de trabalho.

Robôs poderão trabalhar em lojas, fábricas e centros logísticos
O presidente da KDDI, Hiroji Matsuda, afirmou que o grupo pretende investir os 30 bilhões de ienes em pesquisa e desenvolvimento, reunir mais de 300 especialistas e introduzir pelo menos mil robôs em estabelecimentos comerciais, operações logísticas e fábricas até o ano fiscal de 2030.

Entre as aplicações previstas estão a reposição de produtos nas prateleiras de lojas de conveniência, a separação e o transporte de mercadorias em centros logísticos e o empacotamento de produtos nas fábricas. A proposta é reduzir a carga de trabalho humano e automatizar atividades repetitivas.

Um dos principais recursos para o desenvolvimento desses equipamentos será o centro de dados especializado em inteligência artificial inaugurado pela KDDI em janeiro, na cidade de Sakai (Osaka).

A estrutura permitirá processar informações coletadas pelos robôs, treinar os sistemas de inteligência artificial e aperfeiçoar continuamente sua capacidade de executar tarefas.

Segundo Matsuda, o objetivo é utilizar dados de operações reais para desenvolver equipamentos cada vez mais preparados para trabalhar em diferentes ambientes.

A iniciativa surge em meio à preocupação com a falta de mão de obra no Japão. Embora a tecnologia ainda esteja em fase de desenvolvimento e implantação gradual, a KDDI aposta nos robôs autônomos como uma alternativa para apoiar empresas que enfrentam dificuldades para contratar trabalhadores.
Fonte: Portal Mie com TBS e KDDI

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Falências de lojas de bentô disparam e devem bater recorde no Japão

Falências de lojas de bentô se aproximam do recorde anual em meio ao aumento dos custos de alimentos, energia, embalagens e mão de obra

lojas de bentô
O número de falências de lojas especializadas em bentô no Japão está caminhando para um novo recorde. Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 83 casos, segundo levantamento da Tokyo Shoko Research (TSR).

O total já está muito próximo das 89 falências registradas durante todo o ano de 2025, que até agora representa o maior número da série analisada. Diante do ritmo atual, a empresa de pesquisa considera praticamente certo que o recorde anual será superado em 2026.

A região de Kanto concentra o maior número de ocorrências, com 35 casos, equivalentes a 42,1% do total. Kinki e Kyushu aparecem na sequência, com 10 casos cada.

Custos sobem, mas aumentar o preço é difícil
Apesar de surgirem sinais de queda no preço do arroz, outros gastos continuam pressionando as pequenas lojas.

Carnes, vegetais, farinha de trigo e óleo de cozinha estão entre os alimentos que tiveram aumento de custos. Também pesam no orçamento eletricidade, gás, embalagens e mão de obra.

Para as lojas de bentô, repassar integralmente esses aumentos ao consumidor não é simples. O preço mais baixo em relação a restaurantes é um dos principais atrativos do produto e, quando essa diferença diminui, existe o risco de perda de clientes.

Ao mesmo tempo, a concorrência ficou mais intensa. Além de supermercados e lojas de conveniência, o setor enfrenta serviços de entrega, food trucks e, mais recentemente, drugstores que ampliaram a venda de refeições prontas e acompanhamentos.

Pequenos estabelecimentos enfrentam maior pressão
A Tokyo Shoko Research avalia que a redução do imposto sobre alimentos pode representar um fator positivo para o setor, mas ressalta que as condições continuam severas principalmente para negócios pequenos e de baixa escala.

O cenário não significa necessariamente que todas as lojas de bentô estejam em dificuldade, mas mostra como o aumento simultâneo de vários custos pode comprometer estabelecimentos com margens de lucro reduzidas e pouca capacidade para negociar preços de compra.

O impacto também pode ser sentido pelos consumidores e trabalhadores, já que o fechamento de estabelecimentos locais reduz opções de refeições de baixo custo e pode resultar na perda de postos de trabalho.
Fonte: FNN Prime Online, Tokyo Shoko Research

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Salário real sobe 2,4% no Japão e completa 7 meses de alta

O salário real cresceu 2,4% em julho no Japão, impulsionado por reajustes, bônus de verão e desaceleração da inflação

Salário real
Segundo dados preliminares divulgados pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar na terça-feira (8), o salário real dos trabalhadores no Japão aumentou 2,4% em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado, marcando o sétimo mês consecutivo de crescimento.

O salário real considera a variação dos preços e, por isso, é um dos indicadores usados para avaliar o poder de compra dos trabalhadores. O resultado mostra que, em julho, o crescimento dos salários conseguiu superar a inflação.

Segundo a Pesquisa Mensal do Trabalho, que inclui estabelecimentos com cinco ou mais funcionários, a desaceleração da alta dos preços contribuiu para manter o indicador no campo positivo.

Salário médio nominal chegou a ¥436 mil
O total médio de salários pagos por trabalhador, antes de descontar os efeitos da inflação, subiu 4,7% e chegou a ¥436.401 em julho. Esse valor inclui salário-base, horas extras, bônus e outros pagamentos realizados pelas empresas.

A parcela referente principalmente ao salário-base, chamada de pagamento contratual regular, aumentou 4,1%, para uma média de ¥280.797.

Já os pagamentos especiais, que incluem principalmente bônus, avançaram 6,3% em relação ao ano anterior, alcançando uma média de ¥134.819.

Reajustes e bônus de verão impulsionaram salários
De acordo com o governo, os reajustes salariais concedidos pelas empresas e o pagamento dos bônus de verão ajudaram a elevar os rendimentos em julho.

Ao mesmo tempo, a inflação apresentou ritmo mais moderado em comparação com o ano anterior, permitindo que a alta dos salários nominais se transformasse também em ganho real de poder de compra.

A sequência de sete meses consecutivos de crescimento dos salários reais é um sinal positivo para as famílias, principalmente após um período prolongado em que a alta dos preços reduziu o efeito dos reajustes salariais.

A evolução dos próximos meses deverá ser acompanhada para avaliar se os aumentos de salário continuarão superando o custo de vida, especialmente depois do encerramento do período de pagamento dos bônus de verão.
Fonte: Portal Mie com Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Japão chega a 2,57 milhões de trabalhadores estrangeiros e disputa mão de obra com a Coreia do Sul

Com falta de mão de obra, Japão amplia presença de trabalhadores estrangeiros, mas enfrenta concorrência de países asiáticos que oferecem melhores condições

trabalhadores estrangeiros
O número de trabalhadores estrangeiros no Japão chegou ao recorde de aproximadamente 2,57 milhões, em um momento em que o país enfrenta uma escassez cada vez maior de mão de obra e precisa competir com outros países asiáticos para atrair trabalhadores.

Entre os estrangeiros que trabalham no país, cerca de 420 mil possuem o status de residência de Habilidades Específicas (Tokutei Ginou), criado para setores que enfrentam grave falta de trabalhadores, como construção civil e alimentação. Esse grupo corresponde a aproximadamente 16% do total.

O sistema possui duas categorias. No Habilidades Específicas 1, o período total de permanência é limitado a cinco anos e, em princípio, não é permitido trazer familiares.

Já o Habilidades Específicas 2 não possui limite para renovações e permite a vinda de cônjuge e filhos, desde que sejam cumpridos os requisitos.

Maioria está no Habilidades Específicas 1
Segundo a TBS, cerca de 97% dos trabalhadores com Habilidades Específicas estão atualmente na categoria 1. Para avançar ao nível 2, é necessário passar por exames de qualificação e, dependendo da profissão, comprovar experiência em funções de supervisão.

O sistema de Habilidades Específicas surgiu em meio às críticas ao antigo programa de Estágio Técnico, criado em 1993 oficialmente com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias aos países em desenvolvimento.

Com o envelhecimento da população e o agravamento da falta de trabalhadores, o Japão criou posteriormente o Habilidades Específicas para reconhecer de forma mais direta a entrada de mão de obra estrangeira.

Entre as regras está a exigência de que os estrangeiros recebam remuneração igual ou superior à de japoneses que executem trabalhos equivalentes.

O programa de Estágio Técnico será substituído em 2027 pelo novo sistema de Formação e Emprego (Ikusei Shuro). A proposta é desenvolver trabalhadores durante aproximadamente três anos para que possam avançar posteriormente ao Habilidades Específicas.

Empresas precisam de estrangeiros, mas governo estabelece limites
Apesar da necessidade de mão de obra, o governo japonês estabelece limites de entrada para determinados setores, sob o princípio de que empresas devem primeiro buscar aumento da produtividade e contratação de trabalhadores dentro do país.

Em abril, por exemplo, novas admissões no setor de alimentação foram interrompidas depois que o número de trabalhadores se aproximou do limite de 50 mil estabelecido para a área.

Uma pesquisa da Japan Foodservice Association citada pela TBS mostrou que 45% das empresas disseram que a situação afetaria seus planos de negócios, incluindo mudanças nos horários de funcionamento. Além disso, 64% consideraram os funcionários estrangeiros necessários, em diferentes graus.

Outro fator que pode aumentar os custos para estrangeiros é a revisão das taxas relacionadas aos procedimentos de imigração.

Para pedidos apresentados a partir de 1.º de outubro, o governo anunciou aumentos que podem levar determinadas taxas de renovação ou mudança de status a até 75 mil ienes, enquanto o pedido de residência permanente poderá chegar a 200 mil ienes, dependendo do procedimento.

Japão disputa trabalhadores com a Coreia
Enquanto o Japão tenta equilibrar a necessidade de trabalhadores com controles sobre a entrada de estrangeiros, a competição internacional por mão de obra está aumentando. A TBS destacou a Coreia do Sul como um dos principais concorrentes do Japão.

Uma das diferenças apontadas está no processo de recrutamento. No Japão, a participação de empresas e intermediários privados pode abrir espaço para problemas envolvendo agentes irregulares e trabalhadores que chegam ao país carregando grandes dívidas.

Na Coreia do Sul, o sistema citado pela reportagem possui maior participação direta do governo e busca eliminar intermediários.

A segunda diferença está nos salários
Dados de 2025 da Mitsubishi UFJ Research & Consulting, usados pela reportagem, indicam que, comparando trabalhadores em condições semelhantes, a remuneração média mensal era de cerca de 248 mil ienes no Japão, contra aproximadamente 293 mil ienes na Coreia do Sul.

Salário e desvalorização do iene pesam na escolha
O professor Masao Makime, da Universidade Tokai, afirmou à TBS que, além das diferenças de tratamento, a desvalorização histórica do iene também influencia a capacidade do Japão de atrair trabalhadores estrangeiros.

Segundo o especialista, salário não é o único fator considerado por quem decide em qual país trabalhar. Um ambiente seguro para viver e trabalhar e as possibilidades de desenvolvimento profissional no futuro também são importantes.

Diante da redução da população em idade ativa, o desafio para o Japão passa a ser não apenas aumentar o número de estrangeiros, mas criar condições para que o país seja escolhido por trabalhadores qualificados em meio à crescente competição internacional.
Fonte: Portal Mie com TBS NEWS DIG

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Honda suspende produção em fábricas de Saitama e Mie por falta de peças após terremoto

Problemas no fornecimento também afetam a Nissan, que prevê reduzir produção em 5 mil veículos devido ao desastre em Kumamoto

Honda
A Honda anunciou na segunda-feira (3) que suspenderá grande parte da produção em fábricas nas províncias de Saitama e Mie devido aos problemas no fornecimento de peças causados pelo terremoto de 28 de julho, informou o jornal Yomiuri.

A paralisação ocorrerá entre quarta (5) e sexta-feira (7) na fábrica de Yorii, em Saitama. Já a unidade de Suzuka, em Mie, interromperá as atividades na quinta (6) e na sexta-feira. Algumas linhas continuarão funcionando.

A medida amplia os efeitos do terremoto sobre as operações da montadora. A Honda mantém suspensa desde 28 de julho a produção na fábrica de Ōzu, na província de Kumamoto.

Retomada da produção continua indefinida
As fábricas não tinham operações previstas entre os dias 8 e 16 por causa das férias de verão. No entanto, a Honda ainda não definiu se retomará a produção a partir do dia 17.

A unidade de Yorii produz modelos como o sedã Civic, enquanto a fábrica de Suzuka monta o miniveículo N-BOX, entre outros modelos.

A Honda também enfrentou problemas semelhantes depois do terremoto de Kumamoto, em 2016. Na ocasião, uma fábrica terceirizada responsável pela montagem de miniveículos precisou reduzir a produção.

Nissan prevê redução de 5 mil veículos
O terremoto também afetou outras montadoras. A Nissan informou na segunda-feira que a paralisação parcial de uma fábrica de sua subsidiária em Fukuoka, entre 30 de julho e 5 de agosto, deve reduzir a produção em cerca de 5 mil veículos.

Por outro lado, a Mitsubishi Motors prevê retomar integralmente, a partir de quarta-feira, as operações de sua fábrica em Okayama, que funcionava parcialmente.

A fabricante de autopeças Aisin também anunciou que sua subsidiária Aisin Kyushu, em Kumamoto, retomou parte da produção no domingo (2). A unidade fabrica componentes para portas, entre outras peças. Contudo, ainda não há previsão para a retomada completa das atividades.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Toyota Boshoku: nova fábrica ao lado de um centro logístico em Aichi

A Toyota Boshoku anunciou o projeto de sua nova planta na cidade de Toyota, em Aichi, como uma fábrica modelo

Toyota Boshoku
A Toyota Boshoku anunciou na quarta-feira (1º) que construirá uma nova fábrica de assentos automotivos na cidade de Toyota (Aichi).

A fábrica de última geração, que integrará o Sistema de Produção Toyota, tecnologia de automação e tecnologia digital, tem previsão de início de operação em janeiro de 2029. Um centro de logística também está em construção em um terreno adjacente, com previsão de início de operação em agosto de 2027. O objetivo é otimizar tudo, da logística à produção, e melhorar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos.

O terreno da construção tem aproximadamente 92.500 metros quadrados, distribuídos entre os bairros de Ikoma-cho e Komaba-cho. O prédio terá dois andares em estrutura de aço, com uma área fabril total de aproximadamente 68.500 metros quadrados.

O valor do investimento e o número de funcionários não foram divulgados. A Toyota Boshoku enfatiza a “harmonia entre pessoas, meio ambiente e produtividade” e posiciona a fábrica como uma unidade modelo, representando a próxima geração da manufatura.

A fábrica se empenhará em chegar a emissões líquidas zero de gases de efeito estufa e também criará áreas voltadas para a comunidade, como biotopos (ambiente físico e químico de um ecossistema), dentro de suas instalações. Essas áreas servirão como locais de interação comunitária em tempos normais e como bases de prevenção de desastres em situações de emergência.

A Toyota Boshoku possui uma concentração de fábricas na região de Tokai, operando atualmente cinco plantas somente na cidade de Toyota.

Com a construção da fábrica de última geração, a empresa está “considerando uma reestruturação para garantir que o número total de fábricas não aumente significativamente”.
Fonte: Portal Mie com Chubu Keizai Shimbun e NewSwitch

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Montadoras do Japão suspendem produção por causa do tufão

Grande parte das montadoras do Japão anunciou a suspensão da produção para garantir a segurança dos seus funcionários diante da aproximação do tufão Jangmi

Montadoras do Japão
Em resposta à aproximação do tufão Jangmi, o 6º do ano, a Toyota Motor anunciou na terça-feira (2) a suspensão das operações em suas 13 fábricas de veículos em todo o país a partir da manhã de quarta-feira (3).

Na região de Tokai (Aichi, Gifu e Mie), os alvos são 9 plantas, incluindo a de Motomachi, na cidade de Toyota (Aichi) e a de Inabe (Mie). 

A montadora declarou que garantir a segurança dos funcionários e de todas as partes envolvidas, tanto dentro quanto fora da empresa, é a principal prioridade.

Em relação às operações a partir da tarde de quarta-feira, será tomada uma decisão com base na situação, e qualquer impacto na produção será mitigado por meio de aumento futuro.

Outras montadoras
Na sequência, outra montadora, a Suzuki, também informou que, pelos mesmos motivos, suspenderá a produção em suas 5 plantas na província de Shizuoka.

A Subaru anunciou a suspensão das operações em algumas linhas de produção de sua fábrica em Yajima, na cidade de Ota (Gunma) na quarta-feira. O motivo da suspensão é o atraso na entrega de autopeças, e a montadora afirmou que avaliará a situação e decidirá sobre a retomada da produção caso a caso.

A planta de Yajima possui duas linhas de produção e fabrica o SUV carro-chefe da empresa, o Forester, entre outros veículos. Desde fevereiro deste ano, também produz dois modelos de veículos elétricos (VE): o Subaru Trailseeker e o Toyota bZ4X Touring.

A Daihatsu também anunciou a mesma medida de suspensão, na planta de Kyushu, na Nakatsu (Oita), nos dois turnos de terça-feira. Já as fábricas de Shiga, na cidade de Ryuo; de Quioto, na cidade de Oyamazaki; e a da sede, na cidade de Ikeda (Osaka) terão um turno suspenso na quarta-feira.    

Entretanto, a Nissan, a Honda e a Mitsubishi Motors não fizeram divulgação de paralisação da produção.
Fonte: Portal Mie com TxBiz, NetDenJd, CBC TV, CTV e FNN