segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Japão chega a 2,57 milhões de trabalhadores estrangeiros e disputa mão de obra com a Coreia do Sul

Com falta de mão de obra, Japão amplia presença de trabalhadores estrangeiros, mas enfrenta concorrência de países asiáticos que oferecem melhores condições

trabalhadores estrangeiros
O número de trabalhadores estrangeiros no Japão chegou ao recorde de aproximadamente 2,57 milhões, em um momento em que o país enfrenta uma escassez cada vez maior de mão de obra e precisa competir com outros países asiáticos para atrair trabalhadores.

Entre os estrangeiros que trabalham no país, cerca de 420 mil possuem o status de residência de Habilidades Específicas (Tokutei Ginou), criado para setores que enfrentam grave falta de trabalhadores, como construção civil e alimentação. Esse grupo corresponde a aproximadamente 16% do total.

O sistema possui duas categorias. No Habilidades Específicas 1, o período total de permanência é limitado a cinco anos e, em princípio, não é permitido trazer familiares.

Já o Habilidades Específicas 2 não possui limite para renovações e permite a vinda de cônjuge e filhos, desde que sejam cumpridos os requisitos.

Maioria está no Habilidades Específicas 1
Segundo a TBS, cerca de 97% dos trabalhadores com Habilidades Específicas estão atualmente na categoria 1. Para avançar ao nível 2, é necessário passar por exames de qualificação e, dependendo da profissão, comprovar experiência em funções de supervisão.

O sistema de Habilidades Específicas surgiu em meio às críticas ao antigo programa de Estágio Técnico, criado em 1993 oficialmente com o objetivo de transferir conhecimentos e tecnologias aos países em desenvolvimento.

Com o envelhecimento da população e o agravamento da falta de trabalhadores, o Japão criou posteriormente o Habilidades Específicas para reconhecer de forma mais direta a entrada de mão de obra estrangeira.

Entre as regras está a exigência de que os estrangeiros recebam remuneração igual ou superior à de japoneses que executem trabalhos equivalentes.

O programa de Estágio Técnico será substituído em 2027 pelo novo sistema de Formação e Emprego (Ikusei Shuro). A proposta é desenvolver trabalhadores durante aproximadamente três anos para que possam avançar posteriormente ao Habilidades Específicas.

Empresas precisam de estrangeiros, mas governo estabelece limites
Apesar da necessidade de mão de obra, o governo japonês estabelece limites de entrada para determinados setores, sob o princípio de que empresas devem primeiro buscar aumento da produtividade e contratação de trabalhadores dentro do país.

Em abril, por exemplo, novas admissões no setor de alimentação foram interrompidas depois que o número de trabalhadores se aproximou do limite de 50 mil estabelecido para a área.

Uma pesquisa da Japan Foodservice Association citada pela TBS mostrou que 45% das empresas disseram que a situação afetaria seus planos de negócios, incluindo mudanças nos horários de funcionamento. Além disso, 64% consideraram os funcionários estrangeiros necessários, em diferentes graus.

Outro fator que pode aumentar os custos para estrangeiros é a revisão das taxas relacionadas aos procedimentos de imigração.

Para pedidos apresentados a partir de 1.º de outubro, o governo anunciou aumentos que podem levar determinadas taxas de renovação ou mudança de status a até 75 mil ienes, enquanto o pedido de residência permanente poderá chegar a 200 mil ienes, dependendo do procedimento.

Japão disputa trabalhadores com a Coreia
Enquanto o Japão tenta equilibrar a necessidade de trabalhadores com controles sobre a entrada de estrangeiros, a competição internacional por mão de obra está aumentando. A TBS destacou a Coreia do Sul como um dos principais concorrentes do Japão.

Uma das diferenças apontadas está no processo de recrutamento. No Japão, a participação de empresas e intermediários privados pode abrir espaço para problemas envolvendo agentes irregulares e trabalhadores que chegam ao país carregando grandes dívidas.

Na Coreia do Sul, o sistema citado pela reportagem possui maior participação direta do governo e busca eliminar intermediários.

A segunda diferença está nos salários
Dados de 2025 da Mitsubishi UFJ Research & Consulting, usados pela reportagem, indicam que, comparando trabalhadores em condições semelhantes, a remuneração média mensal era de cerca de 248 mil ienes no Japão, contra aproximadamente 293 mil ienes na Coreia do Sul.

Salário e desvalorização do iene pesam na escolha
O professor Masao Makime, da Universidade Tokai, afirmou à TBS que, além das diferenças de tratamento, a desvalorização histórica do iene também influencia a capacidade do Japão de atrair trabalhadores estrangeiros.

Segundo o especialista, salário não é o único fator considerado por quem decide em qual país trabalhar. Um ambiente seguro para viver e trabalhar e as possibilidades de desenvolvimento profissional no futuro também são importantes.

Diante da redução da população em idade ativa, o desafio para o Japão passa a ser não apenas aumentar o número de estrangeiros, mas criar condições para que o país seja escolhido por trabalhadores qualificados em meio à crescente competição internacional.
Fonte: Portal Mie com TBS NEWS DIG

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Honda suspende produção em fábricas de Saitama e Mie por falta de peças após terremoto

Problemas no fornecimento também afetam a Nissan, que prevê reduzir produção em 5 mil veículos devido ao desastre em Kumamoto

Honda
A Honda anunciou na segunda-feira (3) que suspenderá grande parte da produção em fábricas nas províncias de Saitama e Mie devido aos problemas no fornecimento de peças causados pelo terremoto de 28 de julho, informou o jornal Yomiuri.

A paralisação ocorrerá entre quarta (5) e sexta-feira (7) na fábrica de Yorii, em Saitama. Já a unidade de Suzuka, em Mie, interromperá as atividades na quinta (6) e na sexta-feira. Algumas linhas continuarão funcionando.

A medida amplia os efeitos do terremoto sobre as operações da montadora. A Honda mantém suspensa desde 28 de julho a produção na fábrica de Ōzu, na província de Kumamoto.

Retomada da produção continua indefinida
As fábricas não tinham operações previstas entre os dias 8 e 16 por causa das férias de verão. No entanto, a Honda ainda não definiu se retomará a produção a partir do dia 17.

A unidade de Yorii produz modelos como o sedã Civic, enquanto a fábrica de Suzuka monta o miniveículo N-BOX, entre outros modelos.

A Honda também enfrentou problemas semelhantes depois do terremoto de Kumamoto, em 2016. Na ocasião, uma fábrica terceirizada responsável pela montagem de miniveículos precisou reduzir a produção.

Nissan prevê redução de 5 mil veículos
O terremoto também afetou outras montadoras. A Nissan informou na segunda-feira que a paralisação parcial de uma fábrica de sua subsidiária em Fukuoka, entre 30 de julho e 5 de agosto, deve reduzir a produção em cerca de 5 mil veículos.

Por outro lado, a Mitsubishi Motors prevê retomar integralmente, a partir de quarta-feira, as operações de sua fábrica em Okayama, que funcionava parcialmente.

A fabricante de autopeças Aisin também anunciou que sua subsidiária Aisin Kyushu, em Kumamoto, retomou parte da produção no domingo (2). A unidade fabrica componentes para portas, entre outras peças. Contudo, ainda não há previsão para a retomada completa das atividades.
Fonte: Alternativa

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Toyota Boshoku: nova fábrica ao lado de um centro logístico em Aichi

A Toyota Boshoku anunciou o projeto de sua nova planta na cidade de Toyota, em Aichi, como uma fábrica modelo

Toyota Boshoku
A Toyota Boshoku anunciou na quarta-feira (1º) que construirá uma nova fábrica de assentos automotivos na cidade de Toyota (Aichi).

A fábrica de última geração, que integrará o Sistema de Produção Toyota, tecnologia de automação e tecnologia digital, tem previsão de início de operação em janeiro de 2029. Um centro de logística também está em construção em um terreno adjacente, com previsão de início de operação em agosto de 2027. O objetivo é otimizar tudo, da logística à produção, e melhorar a eficiência de toda a cadeia de suprimentos.

O terreno da construção tem aproximadamente 92.500 metros quadrados, distribuídos entre os bairros de Ikoma-cho e Komaba-cho. O prédio terá dois andares em estrutura de aço, com uma área fabril total de aproximadamente 68.500 metros quadrados.

O valor do investimento e o número de funcionários não foram divulgados. A Toyota Boshoku enfatiza a “harmonia entre pessoas, meio ambiente e produtividade” e posiciona a fábrica como uma unidade modelo, representando a próxima geração da manufatura.

A fábrica se empenhará em chegar a emissões líquidas zero de gases de efeito estufa e também criará áreas voltadas para a comunidade, como biotopos (ambiente físico e químico de um ecossistema), dentro de suas instalações. Essas áreas servirão como locais de interação comunitária em tempos normais e como bases de prevenção de desastres em situações de emergência.

A Toyota Boshoku possui uma concentração de fábricas na região de Tokai, operando atualmente cinco plantas somente na cidade de Toyota.

Com a construção da fábrica de última geração, a empresa está “considerando uma reestruturação para garantir que o número total de fábricas não aumente significativamente”.
Fonte: Portal Mie com Chubu Keizai Shimbun e NewSwitch

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Montadoras do Japão suspendem produção por causa do tufão

Grande parte das montadoras do Japão anunciou a suspensão da produção para garantir a segurança dos seus funcionários diante da aproximação do tufão Jangmi

Montadoras do Japão
Em resposta à aproximação do tufão Jangmi, o 6º do ano, a Toyota Motor anunciou na terça-feira (2) a suspensão das operações em suas 13 fábricas de veículos em todo o país a partir da manhã de quarta-feira (3).

Na região de Tokai (Aichi, Gifu e Mie), os alvos são 9 plantas, incluindo a de Motomachi, na cidade de Toyota (Aichi) e a de Inabe (Mie). 

A montadora declarou que garantir a segurança dos funcionários e de todas as partes envolvidas, tanto dentro quanto fora da empresa, é a principal prioridade.

Em relação às operações a partir da tarde de quarta-feira, será tomada uma decisão com base na situação, e qualquer impacto na produção será mitigado por meio de aumento futuro.

Outras montadoras
Na sequência, outra montadora, a Suzuki, também informou que, pelos mesmos motivos, suspenderá a produção em suas 5 plantas na província de Shizuoka.

A Subaru anunciou a suspensão das operações em algumas linhas de produção de sua fábrica em Yajima, na cidade de Ota (Gunma) na quarta-feira. O motivo da suspensão é o atraso na entrega de autopeças, e a montadora afirmou que avaliará a situação e decidirá sobre a retomada da produção caso a caso.

A planta de Yajima possui duas linhas de produção e fabrica o SUV carro-chefe da empresa, o Forester, entre outros veículos. Desde fevereiro deste ano, também produz dois modelos de veículos elétricos (VE): o Subaru Trailseeker e o Toyota bZ4X Touring.

A Daihatsu também anunciou a mesma medida de suspensão, na planta de Kyushu, na Nakatsu (Oita), nos dois turnos de terça-feira. Já as fábricas de Shiga, na cidade de Ryuo; de Quioto, na cidade de Oyamazaki; e a da sede, na cidade de Ikeda (Osaka) terão um turno suspenso na quarta-feira.    

Entretanto, a Nissan, a Honda e a Mitsubishi Motors não fizeram divulgação de paralisação da produção.
Fonte: Portal Mie com TxBiz, NetDenJd, CBC TV, CTV e FNN

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Setor de restaurantes no Japão enfrenta pausa em vistos para estrangeiros

Empresas como Skylark e Mos Food Services alertam que a medida pode causar a saída de estrangeiros do país e afetar planos de expansão

suspender a emissão de vistos especiais
Operadores de restaurantes no Japão foram forçados a revisar suas estratégias de contratação de estrangeiros após o governo suspender a emissão de vistos especiais necessários para o setor.

A ação foi tomada à medida que o número de detentores do visto se aproxima da cota pré-estabelecida.

A suspensão repentina pelas autoridades de imigração do Japão gerou temores de uma competição acirrada por talentos estrangeiros, em um momento em que o país, historicamente conhecido por sua política de imigração rigorosa, depende cada vez mais dessa mão de obra diante da escassez de trabalhadores locais.

O número de trabalhadores estrangeiros com status de Visto de Trabalhador com Habilidades Específicas Tipo I na indústria de serviços alimentícios atingiu cerca de 46 mil até o final de fevereiro, segundo dados preliminares, estando a caminho de superar a cota do ano fiscal de 2028, fixada em 50 mil.

Impactos operacionais e incertezas no setor
Como a Agência de Serviços de Imigração suspendeu a emissão de certificados de elegibilidade para pedidos de visto Tipo I desde o dia 13 de abril, alguns operadores alertaram que trabalhadores estrangeiros que estavam sendo auxiliados a obter tais vistos podem retornar aos seus países de origem e não voltar ao Japão.

As regras atuais determinam:

  • Visto Tipo I: Permite trabalhar no Japão por até cinco anos, mas não permite trazer familiares.
  • Visto Tipo II: Não possui limite de tempo de permanência e permite a vinda de familiares.

A Skylark Holdings é uma das empresas afetadas, pois emprega 32 estudantes estrangeiros como trabalhadores de meio período e os auxiliava na preparação para o exame de status Tipo I, agendado para junho.

A empresa planejava promovê-los após dois anos de experiência e torná-los funcionários em tempo integral após a obtenção do status Tipo II.

Um representante da Skylark afirmou que, como a empresa prioriza o atendimento ao cliente, alguns funcionários podem optar por retornar ao país de origem em vez de buscar status de visto em um dos outros 15 campos permitidos, já que “ingressaram na empresa por considerarem gratificante interagir com os clientes”.

A Mos Food Services, operadora da rede Mos Burger, também expressou preocupação, visto que oferece suporte no Vietnã para pessoas que buscam vistos de habilidades específicas.

A suspensão pode afetar planos de desenvolvimento de novas lojas
Segundo a Associação de Serviços Alimentícios do Japão, que conta com cerca de 400 operadores de restaurantes como membros, a suspensão pode afetar planos de desenvolvimento de novas lojas e horários de funcionamento.

O setor teme que empresas comecem a “aliciar” trabalhadores que já possuem o visto Tipo I. A associação planeja solicitar ao Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas que aumente a cota de 50 mil trabalhadores.

Contudo, o ministério exige esforços redobrados das companhias, afirmando que “há espaço para debate sobre se as empresas fizeram seus melhores esforços para garantir trabalhadores domésticos primeiro, um pré-requisito para o sistema de vistos”.
Fonte: Portal Mie com JT

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Atividade em fábricas no Japão expande no ritmo mais forte em 4 anos

A atividade manufatureira do Japão registrou sua maior expansão em quatro anos em abril, impulsionada por empresas que aumentaram a produção devido a temores de interrupções na cadeia de suprimentos no Oriente Médio

fábricas no Japão
A atividade manufatureira do Japão registrou sua maior expansão em quatro anos no mês de abril, conforme revelou um levantamento do setor privado divulgado na quinta-feira (23).

Empresas intensificaram a produção em resposta a preocupações com possíveis interrupções na cadeia de suprimentos, impulsionadas pelo aumento das tensões no Oriente Médio.

O Índice de Gerentes de Compras (PMI) flash de manufatura do Japão, da S&P Global, subiu para 54.9 em abril, o nível mais alto desde janeiro de 2022. Em março, o índice estava em 51.6. Vale lembrar que a marca de 50 pontos separa o crescimento da contração na atividade.

Fatores de produção e cadeia de suprimentos
Um subíndice crucial para a produção fabril registrou o maior aumento desde fevereiro de 2014. Essa aceleração foi diretamente motivada por temores de futura escassez de suprimentos, ligadas à escalada das tensões na região do Oriente Médio.

Annabel Fiddes, diretora associada de economia da S&P Global Market Intelligence, comentou: “Houve relatos de que algumas empresas manufatureiras aumentaram a produção devido a preocupações e incertezas em torno da guerra no Oriente Médio e o potencial de novas interrupções na cadeia de suprimentos”.

Contraste com o setor de serviços e inflação
Em contraste com o setor manufatureiro, a atividade do setor de serviços apresentou uma desaceleração. O PMI flash de serviços do Japão caiu para 51.2 em abril, marcando a elevação mais lenta em 11 meses, em comparação com os 53.4 registrados em março.

As pressões de preços se intensificaram em todo o setor privado japonês. Os custos de insumos registraram o aumento mais acentuado desde janeiro de 2023, enquanto os encargos médios de produção cresceram no ritmo mais rápido desde que os dados compostos se tornaram disponíveis pela primeira vez, no final de 2007.

Confiança empresarial e cenário misto
A confiança empresarial no Japão enfraqueceu pelo segundo mês consecutivo, atingindo seu ponto mais baixo desde agosto de 2020, período que marcou o auge da pandemia de covid-19.

O PMI composto flash do Japão, que combina as atividades de manufatura e serviços, recuou para 52.4, vindo de 53.0 em março.

Esse declínio reflete como a desaceleração na atividade de serviços neutralizou os ganhos observados no setor manufatureiro, pintando um quadro econômico misto para o país.
Fonte: Portal Mie com CNA

sexta-feira, 27 de março de 2026

Semicondutores de potência no Japão: rumo à integração da Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric

Se a integração entre Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric acontecer, nascerá uma das maiores empresas de semicondutores de potência do mundo

Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric
As três empresas japonesas gigantes – Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric – deverão iniciar negociações para uma integração nos negócios de semicondutores de potência, utilizados em veículos elétricos (VEs), data centers e outros.

A Rohm recebeu uma oferta de aquisição da Denso, importante fabricante de autopeças, e o impacto dessa oferta será um foco importante daqui para frente.

Segundo fontes da NHK, em matéria publicada na quinta-feira (26), espera-se que Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric anunciem o início das negociações de integração para seus negócios de semicondutores de potência em breve.

Mitsubishi Electric
A Rohm e a Toshiba já estão em negociações para integrar seus negócios de semicondutores de potência, já divulgado para a imprensa anteriormente, e agora a Mitsubishi Electric também se juntará a elas.

Se concretizada, essa integração criaria uma das maiores empresas de semicondutores de potência do mundo.

Onde se usam os semicondutores de potência
São utilizados em veículos elétricos e híbridos, data centers, turbinas eólicas, fontes de alimentação de servidores de IA, nos diversos transportes ferroviários e em uma gama de sistemas de transmissão e distribuição de energia. A demanda global deve crescer ainda mais no futuro.

Como a concorrência com empresas estrangeiras está se intensificando, é provável que as três empresas busquem aumentar ainda mais sua competitividade por meio da integração de seus negócios.
Fonte: Portal Mie com NHK