Mostrando postagens com marcador Honda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Honda. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Honda suspende produção em fábricas de Saitama e Mie por falta de peças após terremoto

Problemas no fornecimento também afetam a Nissan, que prevê reduzir produção em 5 mil veículos devido ao desastre em Kumamoto

Honda
A Honda anunciou na segunda-feira (3) que suspenderá grande parte da produção em fábricas nas províncias de Saitama e Mie devido aos problemas no fornecimento de peças causados pelo terremoto de 28 de julho, informou o jornal Yomiuri.

A paralisação ocorrerá entre quarta (5) e sexta-feira (7) na fábrica de Yorii, em Saitama. Já a unidade de Suzuka, em Mie, interromperá as atividades na quinta (6) e na sexta-feira. Algumas linhas continuarão funcionando.

A medida amplia os efeitos do terremoto sobre as operações da montadora. A Honda mantém suspensa desde 28 de julho a produção na fábrica de Ōzu, na província de Kumamoto.

Retomada da produção continua indefinida
As fábricas não tinham operações previstas entre os dias 8 e 16 por causa das férias de verão. No entanto, a Honda ainda não definiu se retomará a produção a partir do dia 17.

A unidade de Yorii produz modelos como o sedã Civic, enquanto a fábrica de Suzuka monta o miniveículo N-BOX, entre outros modelos.

A Honda também enfrentou problemas semelhantes depois do terremoto de Kumamoto, em 2016. Na ocasião, uma fábrica terceirizada responsável pela montagem de miniveículos precisou reduzir a produção.

Nissan prevê redução de 5 mil veículos
O terremoto também afetou outras montadoras. A Nissan informou na segunda-feira que a paralisação parcial de uma fábrica de sua subsidiária em Fukuoka, entre 30 de julho e 5 de agosto, deve reduzir a produção em cerca de 5 mil veículos.

Por outro lado, a Mitsubishi Motors prevê retomar integralmente, a partir de quarta-feira, as operações de sua fábrica em Okayama, que funcionava parcialmente.

A fabricante de autopeças Aisin também anunciou que sua subsidiária Aisin Kyushu, em Kumamoto, retomou parte da produção no domingo (2). A unidade fabrica componentes para portas, entre outras peças. Contudo, ainda não há previsão para a retomada completa das atividades.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Aumento salarial dos trabalhadores das grandes montadoras do Japão

Começou a negociação pelo aumento salarial dos trabalhadores das maiores montadoras, na chamada batalha da primavera, com pedidos mais moderados

montadoras do Japão
Na chamada batalha da primavera (shunto), os sindicatos dos trabalhadores das grandes montadoras do Japão apresentaram suas demandas para negociação do aumento salarial.

A reunião ocorreu na quarta-feira (18) e foi pontuada por uma tendência notável de redução nas reivindicações pelo aumento salarial e bônus deste ano fiscal em comparação com o ano passado.

O sindicato dos trabalhadores da Nissan Motor, que está atravessando um período difícil, solicitou um aumento salarial mensal reduzido, se comparado ao ano passado, de 10 mil ienes e bônus equivalente a 5 salários.    

Já o sindicato dos trabalhadores da Honda apresentou um pedido de aumento mensal de 18,5 mil ienes e bônus equivalente a 5,4 meses de salário.

O da Mitsubishi Motors pediu 18 mil ienes mensais de aumento e bônus de 5 salários, ambos inferiores à demanda do ano passado.   

Em relação ao sindicato dos trabalhadores da Toyota Motor apresentou 19 cenários diferentes de aumento salarial, discriminados por tipo de cargo e qualificação.

No cenário mais otimista, solicitaram um aumento mensal de 21.580 ienes. Também solicitaram um pagamento único de bônus equivalente a 7,3 meses de salário, menor do que o pedido no ano passado.

Os sindicatos dos trabalhadores da Subaru e da Mazda também solicitaram pagamentos únicos menores do que no ano passado.

Os representantes de cada sindicato explicaram que suas reivindicações são mais baixas do que no ano passado porque as empregadoras enfrentam desafios causados pelo tarifaço de Trump e outros fatores.
Fonte: Portal Mie com NHK e FNN

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Nissan e Mitsubishi planejam empreendimento conjunto em 2025

O empreendimento visa oferecer serviços de condução autônoma em áreas rurais no Japão onde escassez de mão de obra é mais grave e opções de transporte público são limitadas

Nissan e Mitsubishi
A Nissan Motor Co. e a empresa comercial Mitsubishi Corp. estão considerando estabelecer um empreendimento conjunto até março de 2025 para oferecer serviços usando tecnologia de direção autônoma e baterias de veículos elétricos (VEs), disseram na segunda-feira (4) fontes com conhecimento do assunto.

O empreendimento visa oferecer serviços de condução autônoma em áreas rurais no Japão onde escassez de mão de obra é mais grave e opções de transporte público são limitadas devido à população em envelhecimento.

A nova companhia, que será de propriedade igualitária da Nissan e Mitsubishi, também está considerando usar eletricidade armazenada em baterias de VEs como fonte de energia de emergência para residências, de acordo com as fontes.

A Nissan está avançando em parcerias no negócio de VEs. No início deste ano, a montadora entrou em acordo com a Honda Motor Co. para explorar uma colaboração na produção de veículo elétricos.

A Mitsubishi Motors Corp. também faz parte de sua aliança tripla, que inclui a Renault SA.

A Mitsubishi Corp. disse em junho que ela e a Honda estabeleceriam um empreendimento conjunto para oferecer serviços usando tecnologias de VEs enquanto estudam um sistema de transporte público eficiente utilizando IA através de um teste em Shiojiri (Nagano), dentre outros projetos.

A Nissan visa vendas de ¥2,5 trilhões (US$16 bilhões) a partir de novos negócios com tecnologias autônoma e de VEs no ano fiscal que termina em março de 2031.
Fonte: Portal Mie com Mainichi

sábado, 31 de agosto de 2024

Montadoras prorrogam suspensão da produção por causa do tufão

A maioria das montadoras do país, incluindo a Toyota, estendeu a suspensão da produção até segunda-feira. Veja a decisão de cada uma.

montadoras no Japão
A passagem do lento tufão Shanshan sobre o país está causando uma série de suspensões das atividades comerciais, de serviços e industriais. As montadoras já haviam anunciado a suspensão da produção, foi prorrogada uma vez e agora decidiram estender ainda mais.

A Toyota Motor informou na sexta-feira (30) que estendeu a suspensão das 28 linhas de 14 plantas até o fim do dia de segunda-feira (2). Ao longo do dia será tomada a decisão se irá retomar a produção no turno noturno de segunda-feira. As suas fábricas estão paradas desde a tarde de quarta-feira (28). 

~Atualização~ Na manhã de segunda-feira (2), a Toyota Motor informou que retomará a produção nas suas 14 plantas a partir do turno noturno desse dia.

Os motivos da suspensão da produção de todas as montadoras de veículos do país foram: garantir a segurança dos funcionários e evitar escassez de peças por conta da logística. 

A Honda informou que reduzirá a produção de sua planta de Suzuka, cidade homônima (Mie) para 50% na segunda-feira (2). As demais plantas deverão funcionar normalmente. Quanto à operação na terça-feira (3), a decisão será tomada na segunda.

Em relação à Daihatsu Motor, suas plantas de Quioto, na cidade de Oyamazaki; da matriz, em Ikeda (Osaka) e de Shiga, na cidade de Ryuo, a suspensão da produção foi estendida até segunda-feira. Se voltará a operar no turno noturno, será decidido durante o dia.

Por outro lado, a planta de Oita, na cidade de Nakatsu, que estava suspensa também, voltou a operar no segundo turno de sexta-feira. Informou que não houve danos humanos, tampouco nos equipamentos.

Já a planta da Nissan Kyushu, na cidade de Kanda (Fukuoka), teve danos parciais causados pela chuva intensa, mas não afetou o sistema de produção, por isso retomou na noite de sexta-feira. As demais plantas da Nissan estão produzindo normalmente.

A Mitsubishi Motors suspendeu a produção em sua fábrica de Mizushima, na cidade de Kurashiki (Okayama) durante toda a sexta-feira, enquanto a de Okazaki (Aichi) a atividade foi normal. Na segunda-feira tomará decisão de como ficará a produção, com base na situação do tufão Shanshan.
Fonte: Portal Mie com Nagoya TV, Yomiuri e NetDenJd

terça-feira, 2 de julho de 2024

Mazda e Yamaha livres da suspensão de produção e expedição

 O MLIT cancelou a suspensão de produção e expedição de 2 montadoras, as quais podem voltar a produzir os modelos que foram alvo de fraude

Mazda e Yamaha
O Ministério de Terras, Infraestruturas, Transportes e Turismo do Japão (MLIT) retirou a suspensão das expedições do total de 3 modelos de veículos fabricados pela Mazda e pela Yamaha Motor, nos quais foram descobertas fraudes durante os testes de certificação dos modelos, segundo anúncio em 28 de junho.

Assim, a Mazda pode voltar à expedição e fabricação dos 2 modelos, o Mazda 2 e o Roadster RF; assim como a Yamaha Motor, do modelo YZF-R1.

“Retomaremos imediatamente a expedição e a produção dos dois modelos cujos envios estavam suspensos”, declarou um porta-voz da Mazda.

Já a Yamaha pretende retomar a expedição assim que os preparativos forem concluídos.

Mazda, Honda, Suzuki e Yamaha: investigações concluídas
O MLIT informou que nenhuma nova conduta imprópria foi descoberta nas 4 montadoras durante as investigações in loco.

Além disso, após verificação dos fatos e da estrutura organizacional dos atos fraudulentos, constatou-se que a Mazda e a Yamaha, a Honda e a Suzuki estão implementando medidas para evitar a reincidência. Portanto, o MLIT irá monitorar o estado da implementação a cada 6 meses por enquanto.

E a Toyota?
Em relação à maior do Japão, a Toyota Motor, outra montadora que foi investigada, as remessas e produção de 3 modelos continuam suspensas: Yaris Cross, Corolla Axio e Corolla Fielder.

Agora a montadora continua a sua investigação interna sobre a má conduta e o MLIT a instruiu a apresentar imediatamente as conclusões finais. 

O caso das fraudes nas 5 montadoras veio à tona em 3 de junho. Depois, tanto os embarques dos produtos acabados quanto a produção foram suspensos e cada uma delas passou por inspeção in loco do MLIT.
Fonte: Portal Mie com Car Watch Impress e Nikkei 

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Toyota, Honda e Nissan poderão desenvolver software juntas

Visando não ficar atrás das montadoras de VEs da China e dos Estados Unidos, há um movimento para as fabricantes nacionais se unirem nessa corrida

Toyota, Honda e Nissan
Três montadoras japonesas – Toyota, Honda e Nissan –  estão considerando colaborar entre elas para o desenvolvimento de software para os veículos de próxima geração. 

Ao reunir as tecnologias de 7 domínios, incluindo a IA generativa (inteligência artificial) e semicondutores, pretendem conduzir a um desenvolvimento que mantenha os custos baixos. A concorrência internacional em relação à digitalização dos automóveis é feroz e é preciso trabalhar em conjunto para competir com concorrentes estrangeiros, como os americanos e chineses que lideram a tecnologia de digitalização dos VEs.

Outras montadoras poderão ser incluídas
Isto será incluído na estratégia digital automobilística que o Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) e o Ministério da Terra, Infraestruturas, Transportes e Turismo (MLIT) irão compilar durante o mês, a Estratégia Mobility DX (transformação digital).

As duas partes discutirão medidas concretas depois do verão e pretendem colaborar a partir de 2025. A esperança é expandir isso para outras montadoras nacionais, como Suzuki, Mazda, Subaru e Mitsubishi.

A importância do software
Na Estratégia de Mobilidade DX, os setores público e privado estão se concentrando em uma tecnologia chamada “veículo definido por software (SDV)”. O SDV refere-se à tecnologia que melhora a funcionalidade do veículo atualizando software em vez de hardware, como motores e peças.

Por exemplo, mesmo que um carro não tenha originalmente funções de direção autônoma, será possível adicioná-las posteriormente, simplesmente atualizando o software. Se uma peça quebrar, ela poderá ser consertada atualizando o software, assim como um smartphone.

O SDV também é descrito como a “suavização dos automóveis”, e os veículos elétricos (VEs) já foram realizados pela Tesla nos EUA e pela BYD na China. À medida que a tecnologia de semicondutores e a IA evoluem, a forma como os fabricantes de automóveis respondem ao SDV terá um grande impacto na sua competitividade no mercado global no futuro.

O que é API
No futuro, se considera a padronização das especificações da infraestrutura chamada API, que desempenha a função de conectar software e sistemas. Se as três montadoras padronizarem as especificações, baterias, sensores, etc. poderão ser instaladas entre os fabricantes. Também será mais fácil vincular serviços como reconhecimento de voz, mapas e direção autônoma.

O desenvolvimento de pessoal de software também é um problema. É necessário criar um ambiente no qual os recursos humanos possam ser atribuídos às áreas de vanguarda, como a condução autônoma, criando áreas onde a colaboração possa transcender as fronteiras da empresa.

O que são as tecnologia de 7 domínios

  1. Semicondutores: com um único chip se processam diversas informações
  2. API: conectividade entre os sistemas de peças das outras empresas
  3. Simulações: implementação da execução do projeto e testes de volante virtualmente
  4. Geração pela IA: automatização da análise das imagens e inspeções
  5. Segurança: proteção do veículo contra ataques cibernéticos
  6. Para o motorista: medição da distância de uma pessoa ou obstáculos
  7. Mapa 3D de alta definição: compreensão precisa das condições da estrada circundante e da posição do carro

Todos esses domínios são de extrema importância para a automatização das operações de inspeção e segurança (ataque cibernético, para o motorista e para o veículo) e também para os essenciais para a condução autônoma.

O METI apela à uniformização nas 7 áreas onde seria difícil criar singularidade, mesmo que cada empresa as desenvolvesse individualmente.
Fonte: Portal Mie com Yomiuri e Nikkei

sexta-feira, 30 de junho de 2023

Todas as montadoras japonesas tiveram aumento de produção em maio

Todas as 8 fabricantes do Japão comemoram aumento em relação ao mesmo mês do ano passado

montadoras japonesas
Todas as 8 principais montadoras do país anunciaram na quarta-feira (29), aumento de produção em maio deste ano, em comparação ao mesmo mês de 2022, mostrando que a escassez dos semicondutores está ficando mais branda.

Cada uma das montadoras apresentou seus percentuais de aumento. Veja abaixo.

  1. Toyota: não está no topo da lista, mas produziu 847 mil unidades, com 33,4% de aumento e recorde em maio
  2. Daihatsu: 59,8%
  3. Mazda: 39,9%
  4. Honda: 34,7%
  5. Subaru: 25%
  6. Nissan: 18,5%
  7. Mitsubishi: 15,8%
  8. Suzuki: 8,3%

Todas as 8 montadoras se recuperaram dos cortes de produção devido ao impacto da pandemia do coronavírus. Mas, ainda enfrentam o desafio do fornecimento de semicondutores, por isso, os atrasos nas entregas de alguns modelos devem continuar.

Toyota anuncia aumento de produção a partir de julho
Em particular, a Toyota Motor reformulou o planejamento da produção dos próximos 3 meses, de julho a setembro. Aumentou 10% em relação ao ano fiscal anterior, com meta de 2,59 milhões de unidades. 

Desse total, pretende fabricar nas suas plantas domésticas 870 mil unidades, o que significa aumento de 26%, considerado um grande volume. Pretende acelerar para recuperar as interrupções de produção ocorridas no ano anterior, especialmente dos novos modelos.

A maior montadora do mundo pretende eliminar a carteira de pedidos acumulada no Japão.
Fonte: Portal Mie com NHK, release, Netdenjd e Chubu Keizai

terça-feira, 24 de maio de 2022

Toyota suspenderá mais produção no Japão em meio aos lockdowns em Xangai

A Toyota já havia ajustado seu cronograma de produção em algumas fábricas no início deste mês pela mesma razão

Toyota
A Toyota informou que suspenderá operações em linhas de produção no Japão por mais tempo do que o anteriormente anunciado devido à dificuldade de obter peças por causa dos lockdowns em Xangai, na China.

A montadora japonesa informou nesta terça-feira (24) que 16 linhas de montagem no Japão estarão paralisadas por até 5 dias entre quarta-feira (25) e 3 de junho.

A Toyota já havia ajustado seu cronograma de produção em algumas fábricas no início deste mês pela mesma razão.

Contudo, a companhia disse que sua meta de produção global está inalterada a 9,7 milhões de unidades para o ano até março de 2023.

Executivos da Toyota dizem que a escassez de semicondutores e a pandemia estão “dificultando olhar para o futuro”.

As montadoras rivais, Honda e Mitsubishi, também estão reduzindo produção em algumas plantas neste mês. Elas, também, estão citando dificuldades em obter peças de Xangai.
Fonte: Portal Mie com NHK

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Honda corta 20% da produção de duas fábricas no Japão em maio

A montadora projetou um recuo de 7% no lucro anual, ao invés do crescimento esperado por analistas

Honda
A Honda reduzirá produção em cerca de 20% em duas de suas fábricas no Japão pelo resto de maio, um mês depois de cortar a produção pela metade em uma das unidades.

As duas fábricas afetadas ficam em Suzuka (Mie) e Sayama (Saitama), que produzem modelos como Vezel, Freed e carros compactos da série N.

A Honda projetou nesta sexta-feira (13) um recuo de 7% no lucro anual, ao invés do crescimento esperado por analistas, e alertou que a longa crise de semicondutores e o aumento dos custos das matérias-primas estão prejudicando o resultado.

"No momento, esperamos colocar o negócio na trajetória de recuperação em junho", usando peças que estão em estoque, disse Yasuhide Mizuno, gerente sênior da empresa, em uma ligação após a divulgação dos resultados.

A Honda, segunda maior montadora do Japão em vendas, projeta recuo no lucro operacional para 810 bilhões de ienes (6,29 bilhões de dólares) no atual ano fiscal, que começou em abril. Analistas esperavam um aumento de 6,3%, para 926,3 bilhões de dólares, segundo dados compilados pela Refinitiv.

A empresa espera vender 4,2 milhões de veículos globalmente, um aumento de 3,1% em relação ao ano anterior.

"Além das incertezas sobre fornecimento e produção, espera-se um aumento adicional no custo" no ano fiscal que termina em março de 2023, disse a fabricante de automóveis em comunicado.

A Honda estima cerca de 300 bilhões de ienes em custos para cobrir despesas crescentes de material, mão de obra e logística no ano, um salto de cerca de 11% em relação ao período anterior.

A empresa divulgou na sexta-feira uma queda 6% menor no lucro operacional do trimestre encerrado em março ante o que era estimado por analistas, para 199,5 bilhões de ienes, superando a projeção média de 152,2 bilhões de ienes, de acordo com dados do Eikon, da Refinitiv.

As ações da Honda - que fecharam em alta de 2,2% na sexta-feira, em meio ao avanço de 2,6% do índice de referência local - acumulam alta de 1% até agora em 2022.
Fonte: Alternativa com Reuters

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Volume de produção da Honda chega a 40% entre agosto e setembro e será de 70% no mês 10

A empresa alega falta de componentes automotivos, como é o caso de semicondutores

Honda Motor
A Honda Motor Co. disse nesta terça-feira (21) que suas fábricas de automóveis no Japão operaram com 40% da capacidade em agosto e setembro. O motivo é a escassez de semicondutores e outros componentes causada pela pandemia da COVID-19.

Em um comunicado à imprensa em seu site, a Honda disse que a produção no início de outubro deve se recuperar para 70% da capacidade.

"Estamos fazendo o que podemos para minimizar o impacto na produção, mas a situação continua incerta", disse a empresa japonesa.

Nesta semana, a Honda também anunciou que lançará o primeiro site de venda online de carros novos no Japão no próximo mês, segundo a NHK. 

O objetivo da medida é evitar o sistema de vendas que vem vigorando nas lojas, de contato entre vendedores e clientes, em razão da pandemia do coronavírus. 

O site terá informações para compra de automóveis, cotações, contratos entre outras informações. 

Com isso a Honda espera conquistar também novos clientes, especialmente a geração mais jovem.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Honda deixará de fabricar modelo Clarity em agosto para se concentrar em veículos elétricos

A montadora também encerrará a fabricação da minivan Odyssey e do sedã de luxo Legend até o final do ano

Honda
A Honda Motor Co. anunciou que interromperá em agosto a fabricação do Clarity, modelo que usa célula de combustível de hidrogênio, devido às baixas vendas. A empresa se concentrará no desenvolvimento de veículos totalmente elétricos. 

Ainda em abril a fabricante já havia anunciado que se dedicaria apenas a carros com célula de combustível e EVs até 2040, seguindo a mudança de veículos movidos a gasolina, para manter a meta de carbono zero, publicou o jornal The Asahi. 

A Honda lançou seu modelo de célula de combustível em 2016, dois anos após a Toyota Motor Corp. ter começado a vender o modelo Mirai.

O preço do modelo da Honda no Japão é robusto, 7,84 milhões de ienes. Além disso, não há postos de hidrogênio em larga escala no Japão. 

Assim, a empresa vendeu apenas 240 unidades de seu modelo Clarity em 2020 dentro e fora do Japão.

Um representante da Honda alegou que levará muito tempo até que carros com células de combustível de hidrogênio sejam amplamente aceitos, ,o que impacta a produção em massa e gera altos custos. 

Mas a montadora japonesa continuará trabalhando com a General Motors Co. no desenvolvimento deste tipo de tecnologia. Mas não tem planos para um sucessor do Clarity no momento. 

A Honda disse que se concentrará em carros elétricos por enquanto. Atualmente, ela produz apenas um modelo e sua meta inicial de vendas limitada de 1.000 unidades já havia terminado desde seu lançamento no outono passado.

A montadora deve encerrar a fabricação da minivan Odyssey e do sedã de luxo Legend até o final do ano. Os dois modelos são montados na unidade de Sayama, na província de Saitama, que será fechada definitivamente no final de março. 

Ainda que as vendas de suas motos continuem fortes, o desempenho dos negócios da Honda em automóveis permanece lento. Para dar conta disso, a empresa está buscando integrar as instalações de produção e reduzir sua capacidade de fabricação no mercado doméstico e no exterior.

A margem de lucro operacional para a seção de automóveis da Honda para o ano comercial encerrado em março de 2021 foi de 1,0 por cento, muito inferior aos 6,5 por cento da Toyota.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Honda suspenderá produção por até 6 dias em três fábricas no Japão

As montadoras de todo o mundo estão lutando contra a escassez de semicondutores

Honda Motor
A Honda Motor suspenderá a produção em três fábricas no Japão por até seis dias em maio devido à falta de chips, disse um porta-voz da montadora na quarta-feira (28).

A Honda vai paralisar duas fábricas na província de Saitama, em Yorii e Sayama, nos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de maio. A produção também será suspensa na fábrica de Suzuka (Mie) nos dias 17, 18, 24, 25 e 31 de maio.

A suspensão é devido à falta de chips causada por vários fatores, acrescentou o porta-voz, que não informou o volume ou os modelos dos veículos afetados, mas disse que a empresa examinará cuidadosamente a situação para a produção a partir de junho.

As montadoras de todo o mundo estão lutando contra a escassez de semicondutores, agravada por um incêndio na fábrica de chips da Renesas no Japão e uma tempestade no Texas.
Fonte: Alternativa com Reuters

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Montadoras japonesas estão cortando produção em meio à escassez de chips

Montadoras japonesas estão cada vez mais reduzindo suas produções

montadoras japonesas
Montadoras japonesas estão cada vez mais reduzindo suas produções após atrasos em suas aquisições de chips semicondutores terem se tornado evidentes no início de janeiro.

A escassez global de semicondutores é um golpe para as montadoras, que viram suas produções se recuperarem em prazo relativamente precoce das dificuldades provocadas pela pandemia de coronavírus.

O governo japonês pediu para aumentar os envios ao Japão, contudo, é provável que leve vários meses para montadoras japonesas receberem materiais suficientes.

“O impacto não é pequeno”, disse um oficial sênior de uma grande montadora.

A demanda por semicondutores cresceu em linha com um aumento nas vendas de computadores e consoles de games em meio à pandemia. Em contraste, a produção de automóveis caiu no primeiro semestre de 2020.

Isso promoveu uma mudança no fornecimento de semicondutores, de automóveis para outros produtos, dificultando a aquisição de chips por montadoras, disseram oficiais da indústria.

A Nissan e a Honda estão cortando produção nacional de carros compactos em várias milhares de unidades por mês cada.

A Toyota está reduzindo produção nos EUA e França. A companhia está investigando o impacto financeiro da medida, disse um oficial de relações públicas.

Um oficial da Rohm disse que “suas plantas de semicondutores vêm funcionando a altas taxas de utilização desde o outono passado”.

A Renesas Electronics está fabricando chips para montadoras em sua planta de Hitachinaka (Ibaraki) em nome da Asahi Kasei, que suspendeu produção devido a um incêndio.

Mesmo assim, a escassez de material continua, levando a Renesas e a Toshiba a proporem aumentar os preços de seus semicondutores.

Em 26 de janeiro, o ministro da indústria, Hiroshi Kajiyama, disse que o governo está pedindo a fabricantes taiwanesas de semicondutores, incluindo a Taiwan Semiconductor Manufacturing, que aumentem a produção.

Mesmo após a atual escassez for eliminada, a demanda por semicondutores deve aumentar ainda mais em linha com o acelerado desenvolvimento tecnológico.

“Montadoras podem precisar rever a maneira que elas desenvolvem planos de produção e pedidos de peças”, disse um oficial sênior do ministério da indústria.
Fonte: Portal Mie com Japan Times

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Honda fechará fábrica na Índia

A montadora japonesa está reduzindo a produção em 40% porque a pandemia de Covid-19 afetou as vendas de carros

Honda
A Honda Motor diminuirá a produção de veículos de 4 rodas na Índia em 40% e fechará uma de suas duas fábricas no país.

As vendas na nação no sudeste asiático foram afetadas pela pandemia de coronavírus, forçando as fábricas a operarem em capacidade inferior. Ao consolidar a produção em um único local, a montadora visa aumentar a eficiência.

A decisão ocorre quando a Honda busca reduzir o excesso de capacidade em todo o mundo a fim de aumentar a lucratividade de suas operações de veículos de 4 rodas.

A fábrica a ser fechada fica na Grande Noida, no estado de Uttar Pradesh, na periferia de Nova Déli. Ela foi inaugurada em 1997 e tem uma capacidade anual de 100 mil veículos. O carro subcompacto City é um dos principais produzidos na planta.

Toda a produção da Honda na Índia será integrada na fábrica mais nova de Tapukara no estado de Rajastão.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei


sexta-feira, 26 de junho de 2020

Principais montadoras do Japão anunciam que vão voltar a contratar funcionários temporários em suas fábricas

montadoras do Japão

As grandes montadoras do Japão anunciaram que vão voltar a contratar funcionários temporários para trabalharem em suas fábricas.

Por conta da pandemia de COVID-19 e a queda na demanda por veículos novos, as montadoras deixaram de contratar novos funcionários temporários para suas fábricas de veículos e auto-peças.

A Toyota informou que sua fábrica em Motomachi, província de Aichi, voltará a contratar a partir de julho. A montadora não anunciou o número de pessoas que serão contratadas, mas a produção será dos principais veículos da empresa.

Já a Honda anunciou que vai contratar funcionários temporários em sua fábrica de Suzuka, na província de Mie, enquanto a Nissan contratará Oppama, província de Kanagawa.

As montadoras alertam, no entanto, que apesar do retorno das contratações, ainda é difícil prever como o mercado vai reagir. Até a produção voltar aos níveis pré-coronavírus, levará um tempo, segundo as montadoras.
Fonte: IPC Digital

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Montadoras do Japão registram queda de 34% nas vendas globais de março

Empresas poderão enfrentar redução ainda maior nos próximos meses
Montadoras do Japão

As montadoras japonesas viram uma queda de 34% nas vendas globais de veículos em março, quando o surto de coronavírus começou a se espalhar pelo mundo, e poderão enfrentar uma redução ainda maior nos próximos meses.

A Toyota Motor, a Nissan Motor, a Honda Motor e as outras quatro grandes montadoras do país registraram vendas no varejo de cerca de 1,82 milhão de carros em todo o mundo em março, ante 2,77 milhões no mesmo mês de 2019.

Para o ano fiscal encerrado em março, suas vendas globais combinadas caíram 7,3%, para 26,5 milhões de veículos, a menor em quatro anos, mostraram os cálculos da Reuters com base nos números de vendas individuais das montadoras anunciados na terça-feira.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Honda de Suzuka suspende produção parcialmente

A planta de Suzuka, em Mie, deverá ter uma parte da produção suspensa a partir desta semana
Honda de Suzuka

A Honda anunciou na terça-feira (14) que suspenderá parte da linha de produção na planta de Suzuka (Mie) entre os dias 17 a 24.

O motivo é a dificuldade em adquirir peças devido à disseminação do novo coronavírus, por isso, a linha de número 1 será suspensa temporariamente.

Essa é a linha produtora do veículo mais vendido, o N-Box, mas também do N-One, Fit e Shuttle. Somente o N-Box é produzido na linha de número 2 também.

O novo modelo do Fit mostrou bons resultados nas vendas desde fevereiro. Com essa parada temporária deverá afetar o setor de vendas em geral por causa dos modelos bem requisitados.

Os funcionários dessa linha deverão tirar férias remuneradas, informou a montadora.
Fonte: Portal Mie com Daily Automotive News Online e Nikkei

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Hitachi e Honda vão unir 4 de suas fornecedoras de peças

O negócio para criar a terceira maior fornecedora de autopeças do Japão em vendas também marca a crescente consolidação na indústria automobilística do país
Hitachi e Honda

A Hitachi unirá sua unidade que fabrica componentes para veículos com três fornecedoras da Honda em uma tentativa de reduzir custos de desenvolvimento e responder melhor à rápida mudança para carros elétricos e condução autônoma.

O negócio para criar a terceira maior fornecedora de autopeças do Japão em vendas também marca a crescente consolidação na indústria automobilística do país, já que elas lutam para se adaptar à mudança tecnológica.

A maior rival do novo negócio, a Toyota, anunciou no mês passado que aumentaria sua participação na Subaru em mais de 20 por cento.

Ela também vem fortalecendo relações com rivais menores como a Suzuki e Mazda, as quais reconheceram que não têm investimento de poder para aplicar no desenvolvimento de novas tecnologias de veículos.

A Hitachi e a Honda enfatizaram que o novo empreendimento conjunto teria foco no desenvolvimento de componentes para sistemas de carros elétricos e condução autônoma, combinando suas escalas para surgir com produtos de forma mais rápida e eficiente enquanto as usam também para expandir ainda mais globalmente.

A Hitachi terá participação de 66.6 por cento na companhia recém-formada ao unir sua unidade de componentes a três afiliadas da Honda – a Keihin, a Showa e a Nissin Kogyo – enquanto a Honda detém a participação restante.

A Hitachi Automotive Systems, cujo nome será usado na fusão da empresa, produz uma ampla variedade de componentes de sistemas de condução de energia elétrica, radar de ondas de milímetros usado em carros autônomos e

A Showa da Honda produz amortecedores de choque e sistemas de condução, a Keihin motores e a Nissin sistemas de freios.

“Todas as fornecedoras da Honda têm sido entidades relativamente pequenas. Agora elas podem ter uma participação em uma grande fornecedora de autopeças”, disse Chris Richter, analista de pesquisa sênior na CSLA.

A medida é destinada a aumentar a competitividade nas tecnologias de próxima geração como veículos elétricos e autônomos.
Fonte: Portal Mie com Yomiuri

quinta-feira, 14 de março de 2019

Empresas japonesas oferecem aumento salarial menor em negociações com sindicatos

A Toyota propôs reajuste de ¥10.700 em média, uma queda de ¥1.000 em relação ao ano passado
empresas japonesas

As grandes empresas japonesas ofereceram aumentos salariais menores nas negociações anuais sobre reajustes na quarta-feira, enquanto o primeiro-ministro Shinzo Abe mantém a pressão sobre as companhias para melhorar a remuneração dos funcionários, em um esforço visando vencer a deflação que assola o Japão por quase duas décadas.

Mas, à medida que o crescimento econômico desacelera, as empresas se preocupam em oferecer grandes aumentos salariais, porque isso os compromete com custos fixos mais altos em um momento de incerteza, à medida que os lucros da empresa se estabilizam.

"O ímpeto em relação aos aumentos salariais pode enfraquecer, já que a inflação subjacente continua fraca", disse Hisashi Yamada, economista sênior do Japan Research Institute.

“A incerteza é alta nas perspectivas externas, como a guerra comercial entre os EUA e a China e a política instável da Europa. Além disso, o imposto sobre consumo vai aumentar em outubro. Sem aumentos suficientes de salários, é difícil derrotar a deflação.”

Os resultados das conversas “shunto” entre administração e sindicatos - anunciados por grandes empresas em setores como carros e eletrônicos - deram o tom para os salários de funcionários em tempo integral em todo o país, que têm implicações para os gastos do consumidor e a inflação.

Incertezas Globais
Uma desaceleração na economia global, a guerra comercial sino-americana e a trepidação sobre a forma final de um acordo para selar a saída da Grã-Bretanha da União Europeia aumentaram drasticamente as tensões sobre as empresas em todo o mundo.

Diante da crescente incerteza sobre as perspectivas de crescimento, as firmas japonesas cautelosas concentram-se mais no pagamento da soma total anual, incluindo bônus, do que o pagamento mensal, que determinará a contribuição à aposentadoria e os benefícios previdenciários.

A Toyota Motor, maior montadora do Japão, ofereceu na quarta-feira um aumento salarial de 10.700 ienes em média, uma queda de 1.000 ienes em relação ao ano passado.

"Tomamos a decisão com o aumento do imposto sobre consumo no outono, levando em conta a necessidade de aumentar a produtividade, a competitividade e responder às motivações dos sindicalistas", disse Tatsuro Ueda, diretor do grupo de administração geral e recursos humanos da Toyota, a repórteres.

A Honda Motor ofereceu um aumento de salário base de 1.400 ienes, uma queda de 300 ienes em relação a 2018, enquanto a Nissan Motor apresentou um aumento de 3.000 ienes, inalterado em relação ao ano passado.

Gigantes da eletrônica, como Panasonic, Hitachi e Mitsubishi Electric, ofereceram um aumento salarial de 1.000 ienes, uma queda de 500 ienes em relação ao ano passado.

“A tendência dos aumentos salariais permanece intacta. Espero que o crescimento dos salários continue impulsionando o ciclo virtuoso da economia”, disse o secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, a repórteres.

Uma pesquisa do Instituto de Administração Trabalhista previu que o crescimento salarial cairá para 2,15 por cento neste ano, afastando-se dos 2,26 por cento registrados no ano passado e dos 2,38 por cento em 2015, apesar das pesadas pilhas de dinheiro corporativo.

Uma pesquisa corporativa da Reuters no mês passado constatou que uma pequena maioria - 51% das empresas pesquisadas - viu os salários aumentarem em torno de 1,5% a 2% este ano.

Mas, embora as empresas sejam conservadoras com aumentos salariais, muitas direcionaram suas grandes pilhas de dinheiro para recompras de ações para garantir melhores retornos aos seus investidores.

No próximo ano fiscal, a partir de 1º de abril, o governo de Abe começará a implementar uma reforma no estilo de trabalho para conter as notórias jornadas de trabalho do Japão.

A reforma também inclui “pagamento igual para trabalho igual”, com o objetivo de reduzir as disparidades salariais entre funcionários efetivos e trabalhadores temporários ou em tempo parcial e elevar a idade de aposentadoria para lidar com o envelhecimento da população.

A medida afastou o foco dos aumentos salariais, frustrando as esperanças dos formuladores de políticas de estimular um ciclo virtuoso, aumentando os salários para estimular o consumo e impulsionar a inflação para a meta de 2 por cento.

Os sindicatos do Japão tendem a não ser tão agressivos quanto os do Ocidente porque atribuem maior importância à segurança no emprego e mantêm um senso de lealdade da empresa.

A diminuição do número de membros de sindicatos privou os sindicalistas de poder de barganha, com as empresas contratando mais trabalhadores temporários não-sindicalizados e funcionários não regulares, que representam quase 40% dos trabalhadores.

"Nas negociações deste ano, as empresas e os sindicatos não parecem dar maior ênfase aos aumentos salariais do que antes", disse Kiichi Murashima, economista do Citigroup Global Markets Japan.

"Em vez disso, eles estão considerando uma gama mais ampla de questões como disparidade salarial, produtividade da mão-de-obra e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal".
Fonte: Alternativa com Reuters

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Até 2050, Japão visa produzir apenas carros eletrificados

A meta é produzir apenas carros elétricos, híbridos e movidos a célula de combustível para reduzir as emissões de gás de efeito estufa
O Japão visa produzir apenas carros eletrificados

O Japão visa produzir apenas carros eletrificados até o ano 2050 para reduzir as emissões de gás de efeito estufa.

O ministério da indústria decidiu sobre a estratégia durante uma reunião realizada na terça-feira (24). Dentre os participantes estavam executivos de montadoras como a Toyota, Nissan e Honda, além de professores universitários e outros.

Eles adotaram uma meta de longo prazo, até 2050, para reduzir emissões de carros japoneses em até 80% dos níveis de 2010. Para chegar a isso, eles estabeleceram um objetivo de produzir somente carros elétricos, híbridos e movidos a célula de combustível.

A indústria, academia e o governo vão trabalhar juntos para desenvolver tecnologias de próxima geração, como novos tipos de baterias e motores.

O ministro da indústria, Hiroshige Sato, disse aos participantes que as metas de tornar populares veículos eletrificados e reduzir emissões enviam uma mensagem de que o Japão contribuirá proativamente aos esforços.

A medida do Japão ocorre em meio a uma mudança global para tais veículos, principalmente na Europa e na China.

O ministério planeja explorar planos detalhados que incluem um novo padrão de quilometragem, e espera que as fabricantes japonesas mantenham a competitividade.
Fonte: Portal Mie com NHK