Mostrando postagens com marcador Taiwan. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Taiwan. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Empresa de semicondutores de Taiwan considera expansão no Japão

A famosa e gigantesca TSMC que já está instalada na província de Kumamoto poderá ter uma parceira, a ASE, igualmente de Taiwan

semicondutores
Soube-se que a ASE Holdings, a maior empresa taiwanesa do mundo que fabrica por contrato o “processo back-end” que transforma semicondutores em produtos finais, está considerando expandir-se para a cidade de Kitakyushu (Fukuoka).

A vinda está atraindo a atenção como uma medida que levará à produção integrada na região Kyushu, antes do início da produção em massa da Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC), que se expandiu para a província de Kumamoto.

Em 31 de julho, a subsidiária japonesa do Grupo ASE (ASE Japan), com sede em Takahata (Yamagata), assinou um acordo provisório com a prefeitura de Kitakyushu para adquirir aproximadamente 16 hectares de terras de propriedade da cidade. O preço de aquisição é de aproximadamente 3,4 bilhões de ienes por um terreno na área de ciência e pesquisa de Kitakyushu, em Wakamatsu-ku.

A ASE está considerando expandir sua capacidade de produção no Japão e construir uma fábrica. No entanto, um porta-voz da subsidiária no Japão declarou: “Nada foi decidido ainda e precisamos de tempo para avaliar várias condições”.

A construção de uma fábrica requer um enorme investimento, e se a empresa pode ou não receber subsídios do governo japonês para fins de segurança econômica e de construção de uma cadeia de abastecimento nacional também deverá ser um fator decisivo.
Fonte: Portal Mie com Asahi 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Fabricantes japonesas reduzirão dependência de fornecedores da China, mostra pesquisa

Cinquenta e três por cento buscam alternativas, visto que riscos de Taiwan e da Covid pesam

Fábrica de equipamentos de proteção pessoal na China
Mais da metade de fabricantes japonesas planejam reduzir a dependência de fornecedores chineses, visto que as companhias buscam construir mais redes flexíveis em meio às crescentes tensões entre EUA e China, descobriu uma pesquisa do site Asia Nikkei.

O Asia Nikkei conduziu uma pesquisa com redes de fornecimento em meados de novembro e recebeu respostas de 79 de 100 grandes fabricantes japonesas abordadas.

De acordo com os resultados, 78% das companhias disseram que o risco na obtenção de peças e materiais da China aumentou comparado há 6 meses.

Cinquenta e três por cento das empresas disseram que reduziriam a proporção de fornecimento da China em sua produção global. Especificamente, 60% das empresas que trabalham com maquinários, 57% das automotivas e químicas e 55% de eletrônicas disseram que fariam isso.

Como razões para reduzir a dependência chinesa, 80% das companhias citaram preocupações com uma emergência em Taiwan, enquanto 67% citaram a política zero Covid da China para conter o coronavírus através de lockdowns e outras medidas rigorosas.

Daquelas que disseram que reduziriam a dependência de fornecedores na China, cerca de 86% citaram o Japão como uma país de fonte alternativa, antes da Tailândia (76%) e outras nações no Sudeste Asiático.

Além do iene fraco, companhias japonesas parecem ver a produção doméstica como relativamente mais vantajosa do que a no exterior devido a aumentos salariais domésticos mais lentos.

A Panasonic transferiu parte de sua produção de aspiradores de pó e outros produtos da China para o Japão.

Já a Kirin Holdings está considerando diversificar sua obtenção de ácido cítrico, incluindo compras da Tailândia e de outros países.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei