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sexta-feira, 27 de março de 2026

Semicondutores de potência no Japão: rumo à integração da Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric

Se a integração entre Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric acontecer, nascerá uma das maiores empresas de semicondutores de potência do mundo

Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric
As três empresas japonesas gigantes – Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric – deverão iniciar negociações para uma integração nos negócios de semicondutores de potência, utilizados em veículos elétricos (VEs), data centers e outros.

A Rohm recebeu uma oferta de aquisição da Denso, importante fabricante de autopeças, e o impacto dessa oferta será um foco importante daqui para frente.

Segundo fontes da NHK, em matéria publicada na quinta-feira (26), espera-se que Rohm, Toshiba e Mitsubishi Electric anunciem o início das negociações de integração para seus negócios de semicondutores de potência em breve.

Mitsubishi Electric
A Rohm e a Toshiba já estão em negociações para integrar seus negócios de semicondutores de potência, já divulgado para a imprensa anteriormente, e agora a Mitsubishi Electric também se juntará a elas.

Se concretizada, essa integração criaria uma das maiores empresas de semicondutores de potência do mundo.

Onde se usam os semicondutores de potência
São utilizados em veículos elétricos e híbridos, data centers, turbinas eólicas, fontes de alimentação de servidores de IA, nos diversos transportes ferroviários e em uma gama de sistemas de transmissão e distribuição de energia. A demanda global deve crescer ainda mais no futuro.

Como a concorrência com empresas estrangeiras está se intensificando, é provável que as três empresas busquem aumentar ainda mais sua competitividade por meio da integração de seus negócios.
Fonte: Portal Mie com NHK

quarta-feira, 16 de julho de 2025

Aumento de salários é estratégia de empresas japonesas contra falta de trabalhadores

Empresas japonesas, como Nojima e Skylark, oferecem aumentos salariais para reter funcionários devido à escassez de mão de obra e inflação

empresas japonesas

Algumas empresas japonesas estão oferecendo aumentos salariais e outros incentivos financeiros para reter funcionários em meio à escassez de mão de obra e à inflação crescente.

A Nojima decidiu conceder dois aumentos no salário base por ano a partir deste ano fiscal. A grande varejista de eletrodomésticos anunciou que cerca de 3 mil empregados podem esperar um aumento de ¥10 mil (US$68) em setembro. Outro aumento está programado para o início de janeiro do próximo ano.

Um jovem funcionário da Nojima, situado em uma loja de Tóquio, comenta que arroz e vegetais estão muito caros e que o novo esquema é bastante útil.

Ele acrescenta que os aumentos semestrais garantirão emprego a longo prazo.

Um responsável da Nojima afirmou: “Os funcionários poderão trabalhar com segurança agora que os aumentos semestrais de salário base foram decididos. A empresa planeja elevar os salários o mais rápido possível, mesmo que seja apenas por ¥10 mil”.

A Skylark Holdings planeja elevar o teto salarial de seus gerentes de restaurante para ¥10 milhões (US$68 mil) por ano. Atualmente, a quantia no principal operador de cadeia de restaurantes é em torno de US$57 mil.

Os preços ao consumidor disparados no Japão estão ultrapassando os aumentos salariais. Os salários ajustados pela inflação em maio registraram a maior queda em quase dois anos.
Fonte: Portal Mie com NHK

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Quase metade das empresas japonesas diz que conflito Israel-Hamas afetará seus negócios

Muitas dessas empresas esperam um grande aumento nos preços do petróleo

conflito Israel-Hamas
Quase metade das empresas japonesas estão preocupadas que o conflito entre Israel e o Hamas possa impactar negativamente seus lucros, temendo principalmente um aumento no custo do petróleo e de outras matérias-primas em decorrência da instabilidade no Oriente Médio.

Uma pesquisa da Reuters apontou que 48% das empresas consultadas antecipam um efeito negativo nos lucros, enquanto 49% não preveem impactos significativos, e apenas 3% veem potenciais benefícios.

A pesquisa também revela que muitas dessas empresas esperam um aumento na cotação do petróleo, com cerca de 46% prevendo que o preço do barril possa chegar a 120 dólares ou mais, significativamente acima do valor atual de aproximadamente 81 dólares.

Além disso, há uma expectativa considerável entre as empresas japonesas de que o Banco do Japão (BOJ) encerre sua política de taxas de juro negativas até junho de 2024, com 46% das empresas aguardando essa mudança. Interessantemente, 40% das empresas afirmaram que a atual política de taxas negativas tem um impacto positivo em suas operações.

Essas conclusões vêm de uma pesquisa mensal realizado pela Nikkei Research a pedido da Reuters, com 502 empresas grandes e médias não financeiras participantes, onde 251 responderam entre 24 de outubro e 2 de novembro, sob condição de anonimato.
Fonte: Alternativa


segunda-feira, 10 de abril de 2023

Salários reais do Japão caem pelo 11º mês em ritmo mais lento

O pagamento de horas extras aumentou 1,7% na comparação anual em fevereiro

Salários reais do Japão
Os salários reais do Japão caíram em fevereiro pelo 11º mês, mostraram dados do Ministério do Trabalho na sexta-feira (7), embora a taxa de queda tenha diminuído graças aos subsídios governamentais à energia destinados a conter a inflação ao consumidor.

Enquanto grandes empresas japonesas concluíram as negociações trabalhistas anuais com os maiores aumentos salariais em cerca de três décadas, os preços mais altos afetaram os consumidores, já que a terceira maior economia do mundo enfrenta incertezas de uma desaceleração global e um novo presidente do banco central.

Os salários reais ajustados pela inflação, um indicador do poder de compra das famílias, caíram 2,6% em fevereiro em relação ao ano anterior, após uma queda de 4,1% em janeiro, que marcou o declínio mais rápido em quase nove anos.

Os ganhos totais em dinheiro, ou salários nominais, registraram um ganho anual de 1,1% em fevereiro, maior do que um crescimento de 0,8% em janeiro.

No entanto, o crescimento nominal da remuneração ficou aquém da taxa de inflação ao consumidor de 3,9% usada para calcular os salários em termos reais, que inclui alimentos frescos, mas exclui o aluguel equivalente dos proprietários, embora o ritmo da inflação tenha diminuído de 5,1% em janeiro, devido ao efeito de subsídios do governo para reduzir as contas de serviços públicos.

O pagamento de horas extras, um indicador da atividade empresarial, aumentou 1,7% na comparação anual em fevereiro, após um crescimento revisado de 0,5% no mês anterior.

Os pagamentos especiais caíram pelo segundo mês em 1,7% em fevereiro, após uma queda revisada de 1,3% no mês anterior. O indicador tende a ser volátil nos meses fora das temporadas de bônus semestrais de novembro a janeiro e junho a agosto.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Federação de empresas e sindicato trabalhista iniciam negociação salarial

O lado trabalhista está pedindo cerca de 5%, incluindo um aumento do salário base

aumento do salário
As negociações salariais anuais já começaram no Japão em meio a um cenário de inflação alta. A expectativa é saber o quanto de aumento salarial as grandes empresas estarão dispostas a dar e principalmente se as pequenas e médias poderão acompanhar o ritmo, publicou a NHK.

Nesta segunda-feira (23), os líderes da Federação das Indústrias, a Keidanren, e da Confederação Sindical do Japão, Rengo, se reuniram em Tóquio. 

O presidente da Keidanren, Masakazu Tokura, disse: "Estamos pedindo às empresas que mantenham e fortaleçam proativamente o impulso de aumento salarial que estamos vendo como sua responsabilidade social. Esperamos que prestem atenção especial às tendências de preços".

Tomoko Yoshino, presidente da Rengo, disse: "Muitas pessoas estão lutando por causa da pandemia de coronavírus e do aumento dos preços. A mão-de-obra e a administração devem trabalhar juntas para tornar este um ponto de virada para o futuro do Japão".

Os dois lados concordaram com a necessidade de salários mais altos, já que os preços de produtos e serviços estão subindo no ritmo mais rápido em quatro décadas. Mas as diferenças permanecem sobre quanto os salários devem subir.

O lado trabalhista está pedindo cerca de 5%, incluindo um aumento do salário base e um aumento regular de acordo com o tempo de serviço.

A Keidanren expressou compreensão dessa posição, mas também pede uma consideração cuidadosa.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 18 de abril de 2022

Principais empresas mudam para mais recrutamento e crescimento pós-covid

A proporção de tais empresas otimistas aumentou em 25 pontos em comparação a uma pesquisa realizada há 1 ano

empresas japonesas
Quarenta e dois por cento das principais empresas japonesas estão planejando aumentar a contratação de novos graduados no ano fiscal de 2023, mostrou uma pesquisa da agência Kyodo no domingo (17), refletindo que mais companhias estão projetando uma recuperação da pandemia de coronavírus.

A proporção de tais empresas otimistas aumentou em 25 pontos ante uma pesquisa realizada há 1 ano, superando a daquelas que estão planejando diminuir a contratação de novos graduados, a 9%, pela primeira vez em 3 anos.

Das 117 empresas entrevistadas, 49 disseram que contratarão mais no ano com início no próximo mês de abril comparado aos níveis do ano anterior.

A pesquisa também descobriu que as consequências sobre seus planos de recrutamento em decorrência da invasão da Ucrânia pela Rússia são vistas como relativamente limitadas.

Dentre outras entrevistadas, 30% disseram que manterão os mesmos níveis do ano fiscal de 2022, enquanto 14% estavam indecisas.

A pesquisa foi conduzida entre meados de março e início de abril.

Negócios que haviam sido atingidos duramente pela pandemia, como companhias aéreas e o setor de turismo, destacaram sua determinação em aumentar o recrutamento, enquanto elas tentam explorar novas maneiras para crescimento. A ANA e Imperial Hotel estão entre eles.

Em contraste, algumas companhias nos setores de finanças e energia disseram que cortarão contratações de novos graduados e que, ao invés disso,  planejam expandir o recrutamento de pessoas de meia carreira e melhorar a eficiência dos negócios através de digitalização.

Na pesquisa, a razão mais comum dada para aumentar o recrutamento foi “expandir os negócios”, a 33%, seguida por 18% citando a necessidade de balancear a distribuição etária de funcionários.
Fonte: Portal Mie com Japan Times

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Mais de 2 milhões de pessoas perderam emprego no Japão em agosto, diz governo

 A taxa de desemprego ajustada sazonalmente subiu para 3,0%

emprego no Japão
A taxa de desemprego no Japão subiu em agosto para seu maior nível em três anos e a disponibilidade de empregos teve a maior baixa em mais de seis anos, mostraram dados do governo nesta sexta-feira (2), indicando que os danos causados ​​pela pandemia de Covid-19 persistiram ao longo do mês.

Os dados mostraram que cerca de 2,06 milhões de pessoas perderam seus empregos em agosto, 490 mil a mais do que no mesmo mês do ano anterior, marcando o sétimo mês consecutivo de aumento.

Os números foram divulgados depois que o novo primeiro-ministro Yoshihide Suga se comprometeu a proteger empregos, manter as empresas em atividade e ajudar a economia a se recuperar do impacto das medidas tomadas para conter a disseminação do novo coronavírus.

“O subsídio especial de emprego do governo para apoiar as empresas atingidas pelo coronavírus ajudou a controlar a taxa de desemprego, que poderia ter aumentado muito mais”, disse Atsushi Takeda, economista-chefe do Instituto de Pesquisa Itochu.

“As pessoas começaram a buscar empregos, mas o mercado de trabalho não é forte o suficiente para absorvê-los. O ritmo de recuperação do mercado de trabalho deve desacelerar e a taxa de desemprego pode aumentar ainda mais”.

A taxa de desemprego do Japão ajustada sazonalmente subiu para 3,0% em agosto, a maior desde maio de 2017, mostraram dados do Ministério do Trabalho.

A proporção de empregos para candidatos caiu de 1,08 em julho para 1,04 em agosto, atingindo um nível visto pela última vez em janeiro de 2014.

A piora nas condições do mercado de trabalho provavelmente aumentará a pressão para que o governo ofereça mais apoio às pequenas e médias empresas para ajudar a prevenir novas demissões de funcionários.
Fonte: Alternativa com Reuters

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Governo ajudará empresas japonesas a transferirem produção da China

Segundo fontes, o governo japonês planeja subsidiar 57 projetos para transferir produção de fábricas para o Japão
empresas japonesas

De acordo com reportagem da rede NHK, o governo japonês ajudará financeiramente companhias que produzem máscaras e outros produtos a realocarem ou diversificarem suas bases de produção da China e de outros lugares.

Ele espera reduzir o risco de concentrar produção em certas partes do mundo.

No início deste ano, envios ao Japão de máscaras cirúrgicas e outros produtos foram paralisados em meio à propagação do coronavírus. Isso foi parcialmente porque o país vinha dependendo amplamente de instalações de produção na China para tais itens.

Fontes informadas dizem que o governo japonês planeja subsidiar 57 projetos para transferir fábricas para o Japão. Suas operadoras incluem a Iris Ohyama, que produz máscaras, e a Saraya, que fabrica álcool.

O governo também planeja estender o suporte financeiro a outros 30 projetos de negócios para realocar a fabricação de máscaras e de autopeças da China e de outros lugares para países do sudeste asiático como Vietnã e Tailândia.

Os subsídios provavelmente somarão cerca de 70 bilhões de ienes ($650 milhões). O governo deve publicar os nomes dos beneficiários do subsídio na semana que vem.
Fonte: Portal Mie com NHK

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Osaka começa a liberar gradualmente volta ao trabalho na província

A decisão afeta empresas, universidades e outras instituições acadêmicas
Osaka

A província de Osaka começará a liberar gradualmente o funcionamento de empresas e de outros setores da sociedade que estão temporariamente fechados para conter a disseminação do coronavírus.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (14) depois que Osaka cumpriu os critérios estabelecidos de forma independente para suspender a solicitação, noticiou a NHK.

A província removerá neste sábado (16) a suspensão de atividades realizadas por universidades e outras instituições acadêmicas, museus, bibliotecas, instalações comerciais, teatros e cinemas.

A solicitação também valerá para instalações de lazer, esporte e lazer, se o espaço total for inferior a 1.000 metros quadrados. Estão incluídas na medida salas de pachinko e cibercafés.

Pubs e restaurantes deverão fechar às 22h e parar de oferecer bebidas alcoólicas às 21h.

A província manterá a suspensão de atividades para bares, locais de música ao vivo, academias e outros tipos de empresas onde as infecções por aglomeração foram confirmadas.

A solicitação também permanecerá em vigor para os organizadores e operadores dos locais dos eventos, exceto os espaços alugados para reuniões.

Osaka criará diretrizes específicas para os operadores de empresas e instalações para impedir a propagação de infecções.

A decisão encerrar a suspensão das atividades até então vigente ocorreu após Osaka atender a três critérios por sete dias consecutivos.

De acordo com os critérios, deve haver menos de 10 novos casos não rastreáveis por dia; a porcentagem de casos positivos entre os testados para o vírus deve ser menor que 7%; e a taxa de ocupação de leitos hospitalares para pacientes em estado grave deve ser abaixo de 60 por cento.

Osaka planeja preparar outro conjunto de condições para atenuar ou suspender a solicitação de fechamento temporário de empresas e instalações que continuarão a ser cobertas por ela.

A província considera também relaxar a solicitação se o governo central elevar o estado de emergência em Osaka.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Empresas japonesas transferem produção para fora da China

Algumas empresas japonesas não têm condições de esperar até que a crise seja contida, disseram analistas, e começam a mover suas produções para fora da China
Empresas japonesas

Fabricantes do Japão começaram a mover a produção para fora da China porque elas temem que o surto do coronavírus poderia prolongar os fechamentos de fábricas e causar ainda mais caos em suas redes de fornecimento.

A transferência de produção para fora da China significa um aumento temporário nos custos e não é uma decisão fácil de ser tomada, mas algumas empresas não têm condições de esperar até que a crise seja contida, disseram analistas.

Companhias japonesas têm operações extensas na China, embora custos de trabalho aumentados e a guerra comercial entre Pequim e Washington terem levado algumas delas a transferirem a produção da segunda maior economia do mundo para o Vietnã ou outros lugares no sudeste asiático.

“Estamos preparando um plano de produção alternativa fora da China, principalmente para nossos produtos de dispositivos eletrônicos” no caso da suspensão nas redes de fornecimento continuar, disse Hirokazu Umeda, diretor financeiro da Panasonic, em uma recente coletiva de imprensa para anunciar os lucros de terceiro trimestre da gigante dos eletrônicos.

“Mas há eletrodomésticos que não podem ser fabricados fora da China e temos que considerar qual é a solução mais eficiente”, disse ele.

A atividade em fábricas na China paralisou e algumas plantas permanecem fechadas além do período estendido do feriado de Ano Novo Lunar, visto que as autoridades limitam o movimento de pessoas e produtos para conter o surto do coronavírus que causa pneumonia, o qual causou a morte de mais de mil pessoas e infectou cerca de 40 mil no país.

Fabricantes japonesas vêm sendo duramente atingidas pelo isolamento de Wuhan, o centro de negócios e logística onde o surto começou. A transferência temporária de produção para outros países e a continuação do pagamento de salários na China certamente elevarão os custos.

A grande fabricante de autopeças Aisin Seiki está transferindo parte da produção, já que atrasos no envio de peças da China espremeriam suas operações globais.

“Estamos tentando determinar quais produtos precisam ser fabricados em outros lugares porque mesmo se a produção na China parar, outras regiões estão operando”, disse o chefe de contas da companhia, Yuji Fukushige, acrescentando que uma transferência temporária de produção para o Japão é uma possibilidade.

A Toyota Boshoku, que também opera extensivamente na China, disse que está considerando mover para o Japão ou Tailândia a produção de capas para bancos de carros porque levará tempo para a logística na China normalizar mesmo após os funcionários retornarem ao trabalho.

Um executivo na grande fabricante de aparelhos de ar-condicionado Fujitsu General, que tem fábricas em Xangai e na província de Jiangsu, disse que está ponderando a produção na Tailândia, já que não há informação sobre quanto tempo a interrupção no transporte público da China continuará.

Algumas empresas estão movendo mais rapidamente porque elas começaram a elaborar planos de transferência após o início da guerra comercial entre EUA e China.

A Nintendo transferiu parcialmente a produção de seu console Nintendo Switch Lite para o Vietnã, enquanto a Sharp e a Ricoh moveram a produção para a Tailândia.

Se os riscos continuarem a aumentar, as empresas “podem começar a pensar duas vezes em relação a continuar comprometidas” com a China, disse Toru Nishihama, economista chefe no Dai-ichi Life Research Institute.

Ao contrário da epidemia da SARS de 2002-2003 é provável que leve muito mais tempo para a China conter o novo coronavírus, disse ele.

A longo prazo, Takuji Aida, economista chefe na Societe General Securities Japan, disse que empresas de pequeno e médio porte podem decidir mover suas operações da China de volta para o Japão.

Tais empresas tendem a ser mais flexíveis em atualizar suas instalações com tecnologias digitais e robóticas, e a redução nos custos de mão de obra que elas podem alcançar na China podem ser menores comparada com fabricantes de maior porte, disse ele.

“Certamente haveria custos iniciais de investimento (em uma transferência de produção), mas tecnologia robótica e da internet das coisas cada vez mais vêm sendo adotadas por fabricantes japonesas como uma maneira de resolver escassez de mão de obra” e poderia reduzir o atrativo da China para elas, disse Aida.
Fonte: Portal Mie com Japan Times, Kyodo

domingo, 11 de agosto de 2019

Falências de empresas no Japão crescem 13,6% em julho

Uma pesquisa revelou que 783 empresas japonesas fecharam as portas
empresas no Japão

 O número de falências de empresas no Japão atingiu o seu nível mais alto em um período de mais de dois anos.

Uma pesquisa realizada pela Teikoku Databank, uma companhia de avaliação de crédito do setor privado, revelou que 783 empresas japonesas fecharam as portas em julho deste ano.

O número significa um aumento de 13,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, sendo o valor mais alto desde maio de 2017.

A pesquisa abrange empresas com mais de 95 mil dólares em dívidas. A quantidade de falências aumentou em seis das sete categorias de indústrias identificadas pela pesquisa.

No setor de comércio, o aumento chegou a 19,5%. A escalada no preço de produtos alimentícios, que afeta restaurantes e mercados, contribuiu para o alto índice. No setor de serviços, o aumento de 9,5% foi causado por uma intensa competição no desenvolvimento de softwares.

É possível que a situação apenas piore para algumas empresas. Um painel do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão aprovou na semana passada um aumento de 3% do salário mínimo.

Agravando ainda mais a situação, a elevação do imposto sobre consumo de 8% para 10%, que entrará em vigor em outubro, deve obrigar muitos estabelecimentos a atualizarem suas caixas registradoras e sistemas de gestão.
Fonte: Alternativa com Agência Brasil

quinta-feira, 14 de março de 2019

Empresas japonesas oferecem aumento salarial menor em negociações com sindicatos

A Toyota propôs reajuste de ¥10.700 em média, uma queda de ¥1.000 em relação ao ano passado
empresas japonesas

As grandes empresas japonesas ofereceram aumentos salariais menores nas negociações anuais sobre reajustes na quarta-feira, enquanto o primeiro-ministro Shinzo Abe mantém a pressão sobre as companhias para melhorar a remuneração dos funcionários, em um esforço visando vencer a deflação que assola o Japão por quase duas décadas.

Mas, à medida que o crescimento econômico desacelera, as empresas se preocupam em oferecer grandes aumentos salariais, porque isso os compromete com custos fixos mais altos em um momento de incerteza, à medida que os lucros da empresa se estabilizam.

"O ímpeto em relação aos aumentos salariais pode enfraquecer, já que a inflação subjacente continua fraca", disse Hisashi Yamada, economista sênior do Japan Research Institute.

“A incerteza é alta nas perspectivas externas, como a guerra comercial entre os EUA e a China e a política instável da Europa. Além disso, o imposto sobre consumo vai aumentar em outubro. Sem aumentos suficientes de salários, é difícil derrotar a deflação.”

Os resultados das conversas “shunto” entre administração e sindicatos - anunciados por grandes empresas em setores como carros e eletrônicos - deram o tom para os salários de funcionários em tempo integral em todo o país, que têm implicações para os gastos do consumidor e a inflação.

Incertezas Globais
Uma desaceleração na economia global, a guerra comercial sino-americana e a trepidação sobre a forma final de um acordo para selar a saída da Grã-Bretanha da União Europeia aumentaram drasticamente as tensões sobre as empresas em todo o mundo.

Diante da crescente incerteza sobre as perspectivas de crescimento, as firmas japonesas cautelosas concentram-se mais no pagamento da soma total anual, incluindo bônus, do que o pagamento mensal, que determinará a contribuição à aposentadoria e os benefícios previdenciários.

A Toyota Motor, maior montadora do Japão, ofereceu na quarta-feira um aumento salarial de 10.700 ienes em média, uma queda de 1.000 ienes em relação ao ano passado.

"Tomamos a decisão com o aumento do imposto sobre consumo no outono, levando em conta a necessidade de aumentar a produtividade, a competitividade e responder às motivações dos sindicalistas", disse Tatsuro Ueda, diretor do grupo de administração geral e recursos humanos da Toyota, a repórteres.

A Honda Motor ofereceu um aumento de salário base de 1.400 ienes, uma queda de 300 ienes em relação a 2018, enquanto a Nissan Motor apresentou um aumento de 3.000 ienes, inalterado em relação ao ano passado.

Gigantes da eletrônica, como Panasonic, Hitachi e Mitsubishi Electric, ofereceram um aumento salarial de 1.000 ienes, uma queda de 500 ienes em relação ao ano passado.

“A tendência dos aumentos salariais permanece intacta. Espero que o crescimento dos salários continue impulsionando o ciclo virtuoso da economia”, disse o secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, a repórteres.

Uma pesquisa do Instituto de Administração Trabalhista previu que o crescimento salarial cairá para 2,15 por cento neste ano, afastando-se dos 2,26 por cento registrados no ano passado e dos 2,38 por cento em 2015, apesar das pesadas pilhas de dinheiro corporativo.

Uma pesquisa corporativa da Reuters no mês passado constatou que uma pequena maioria - 51% das empresas pesquisadas - viu os salários aumentarem em torno de 1,5% a 2% este ano.

Mas, embora as empresas sejam conservadoras com aumentos salariais, muitas direcionaram suas grandes pilhas de dinheiro para recompras de ações para garantir melhores retornos aos seus investidores.

No próximo ano fiscal, a partir de 1º de abril, o governo de Abe começará a implementar uma reforma no estilo de trabalho para conter as notórias jornadas de trabalho do Japão.

A reforma também inclui “pagamento igual para trabalho igual”, com o objetivo de reduzir as disparidades salariais entre funcionários efetivos e trabalhadores temporários ou em tempo parcial e elevar a idade de aposentadoria para lidar com o envelhecimento da população.

A medida afastou o foco dos aumentos salariais, frustrando as esperanças dos formuladores de políticas de estimular um ciclo virtuoso, aumentando os salários para estimular o consumo e impulsionar a inflação para a meta de 2 por cento.

Os sindicatos do Japão tendem a não ser tão agressivos quanto os do Ocidente porque atribuem maior importância à segurança no emprego e mantêm um senso de lealdade da empresa.

A diminuição do número de membros de sindicatos privou os sindicalistas de poder de barganha, com as empresas contratando mais trabalhadores temporários não-sindicalizados e funcionários não regulares, que representam quase 40% dos trabalhadores.

"Nas negociações deste ano, as empresas e os sindicatos não parecem dar maior ênfase aos aumentos salariais do que antes", disse Kiichi Murashima, economista do Citigroup Global Markets Japan.

"Em vez disso, eles estão considerando uma gama mais ampla de questões como disparidade salarial, produtividade da mão-de-obra e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal".
Fonte: Alternativa com Reuters

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Lei aprovada há 3 anos causa preocupações em trabalhadores de empreiteiras no Japão

Organização de advogados está oferecendo consultas gratuitas por telefone
Trabalho no Japão

Nos últimos dias, dezenas de trabalhadores enviados por empreiteiras buscaram ajuda para tentar resolver uma questão provocada pela aprovação de uma lei polêmica há três anos.

Em 2015, uma lei que limita em até três anos a atuação de um trabalhador enviado por empreiteira em determinada empresa ou fábrica entrou em vigor no Japão.

A lei diz que, se o trabalhador pretender continuar no local, a empreiteira deverá solicitar a efetivação junto ao local de contratação e, se não ocorrer, o trabalhador será enviado para outro local.

Uma reportagem da NHK informou que, com o fim do contrato de pessoas que começaram a trabalhar assim que a lei entrou em vigor, muitos estão preocupados em não serem efetivados e precisarem sair de onde estão atuando no momento.

Após três anos com a lei em vigor, o cenário que parece estar se formando é de trabalhadores sem perspectiva de efetivação e que procuram ajuda jurídica, pois acreditam que serão demitidos ao fim do prazo do contrato, informou a NHK.

Uma organização de proteção aos direitos dos trabalhadores temporários decidiu disponibilizar um número para consultas gratuitas temporárias, que colocará o trabalhador em contato com um advogado. As consultas poderão ser realizadas apenas em japonês.

Telefones:
20 de novembro:
Fukuoka – das 17h às 21h – 092-721-1208

21 de novembro:
Chiba – das 13h às 16h – 043-221-4884

22 de novembro:
Kanagawa – das 10h às 17h – 045-651-6441

23 de novembro:
Fukui – das 10h às 15h – 0776-25-7727
Ishikawa – das 10h às 15h – 076-231-2110
Toyama – das 10h às 15h – 076-423-0698
Osaka – das 10h às 17h – 06-6361-8624
Nagasaki – das 10h às 17h – 0120-41-61-05
Gunma – das 13h às 15h – 027-251-5707
Gifu, Aichi, Mie – das 13h às 16h – 080-4525-0503/ 080-3650-5225

24 de novembro:
Tochigi – das 10h às 12h – 028-643-7711
Tóquio – das 13 às 17h – 03-3251-5363/ 03-3251-5364
Saitama – das 16h às 17h – 048-837-4821

27 de novembro:
Quioto – das 13h às 18h – 075-256-3360
Miyagi – das 16h às 20h – 022-261-4444/ 022-261-5555
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Entrada de mais trabalhadores estrangeiros no Japão é apoiada por 47% das empresas, mostra pesquisa

O governo japonês planeja criar um novo status de visto de cinco anos
 trabalhadores estrangeiros no Japão

A aceitação de mais trabalhadores estrangeiros em áreas onde o Japão está enfrentando escassez de mão de obra foi apoiada por 47 por cento das 1.005 empresas entrevistadas em uma pesquisa do jornal Mainichi realizada por telefone entre os dias 6 e 7 de outubro. Trinta e dois por cento foram contra a ideia, enquanto 22 por cento optaram por não responder à pergunta.

O governo japonês planeja criar um novo status de visto de cinco anos para trabalhadores estrangeiros a partir do próximo ano. As opiniões estavam divididas quanto a permitir ou não que esses estrangeiros ficassem no Japão por um período ilimitado de tempo.

Enquanto 40% apoiaram a ideia de um limite de tempo irrestrito, 38% foram contra. Os 21 por cento restantes não responderam. O governo não tem planos de estender o visto do período atualmente planejado de cinco anos.

Entre aqueles que são a favor mais trabalhadores estrangeiros em setores como construção e cuidados a idosos, 63% apoiaram permanência ilimitada, enquanto 32% desaprovaram tal opção. Os números foram invertidos entre aqueles contra a expansão da aceitação de trabalhadores estrangeiros, com 28% para permanência ilimitada e 67% contra.

Os resultados da pesquisa sugerem que o governo deve fornecer explicações detalhadas e cuidadosas dos projetos de lei relacionados aos trabalhadores estrangeiros que pretende apresentar durante a sessão extraordinária do Parlamento, programada para o próximo dia 24.
Fonte: Alternativa com Reuters

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Japão vai encorajar empresas a empregar trabalhadores até os 70 anos

Esforço do governo para remodelar a mão de obra face a uma população em encolhimento e idade avançada
Trabalhadores de idade mais avançada
O governo japonês vai pavimentar o caminho para trabalhadores permanecerem empregados até os 70 anos, se eles escolherem assim, como parte de seu esforço para remodelar a mão de obra face a uma população em encolhimento e idade avançada.

Tóquio busca revisar a legislação a qual agora exige que as empresas permitam aos funcionários que quiserem trabalhar até os 65 anos. Isso será gradualmente elevado para a idade de 70, incialmente como uma meta não obrigatória.

O primeiro-ministro Shinzo Abe disse ao jornal Nikkei Asian Review em 3 de setembro que ele quer deixar as pessoas trabalharem além dos 65 anos. O governo discutirá a questão com líderes de negócios no outono.

Antes da mudança da lei, o governo fornecerá suporte às empresas interessadas em empregar pessoas mais velhas.

Essas medidas serão acompanhadas por incentivos maiores para que os trabalhadores de idade mais avançada atuem.

As companhias estabelecem suas próprias idades de aposentadoria – tipicamente menos de 65 anos – e os funcionários que desejam permanecer além desse ponto são geralmente recontratados como salários significantemente mais baixos.

Duas em cada três pessoas com 60 anos de idade ou mais querem continuar trabalhando além dos 65, de acordo com uma pesquisa do governo, mas o pagamento reduzido significa que muitos optam por viverem de suas pensões.

Os setores público e privado buscarão renovar a performance de avaliação e sistemas de remuneração para garantir que os mais velhos com habilidade e desejo de trabalhar não sofram um golpe financeiro por fazer isso.

O governo também vai considerar a reformulação do sistema de aposentadoria, oferecendo pagamentos maiores àqueles que começam a coletar benefícios aos 70 anos ou mais.

Contudo não está claro se as empresas atentas a custos de trabalho mais altos concordarão com esse esforço.

Empresas que têm estruturas de salários com base em senioridade podem responder a uma idade de aposentadoria tardia ao reduzir o salário ao nível de ingresso. E se a economia esfriar, as empresas vão ficar mais opostas a medidas que elevam custos.
Fonte: Portal Mie com Nikkei

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Suprema Corte do Japão obriga empresa a dar benefícios iguais para trabalhadores efetivos e temporários

Juiz alegou que a diferença de tratamento pode esbarrar no artigo 20 da Lei de Contratos de Trabalho
Suprema Corte do Japão

A Suprema Corte do Japão decidiu nesta sexta-feira (1) que trabalhadores temporários têm o direito de receber alguns dos benefícios concedidos aos funcionários efetivos, informou a emissora NHK.

A maior autoridade judiciária do país analisou um processo movido pelo ex-motorista de uma transportadora de Hamamatsu (Shizuoka), alegando que a empresa diferenciava salários e não concedia benefícios aos funcionários sem contrato efetivo.

O processo passou por duas instâncias, após recursos impetrados pela empresa, e agora a apelação foi indeferida pela Corte.

O juiz Tsuneyuki Yamamoto disse que a transportadora deverá dar a todos os trabalhadores, independente do tipo de vínculo empregatício, quatro benefícios: auxílio transporte, prêmio para motoristas que não cometem acidentes, subsídio de trabalho e ajuda para refeições.

O juiz alegou que essa diferença de tratamento entre funcionários pode esbarrar no artigo 20 da Lei de Contratos de Trabalho, que proíbe "disparidades irracionais".

A Suprema Corte deixou em pendência um quinto benefício, para funcionários que não faltam ao trabalho, dizendo que é preciso analisar melhor se os temporários teriam direito à ajuda da mesma forma que os efetivos.

A decisão da Corte pode influenciar outras empresas a igualar o tratamento e conceder os mesmos benefícios para todos os tipos de funcionários.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Economia crescente e falta de mão de obra fazem Japão ter a maior oferta de emprego desde 1973

A economia japonesa está passando pelo seu segundo ciclo de expansão mais longo na era do pós-guerra 

Emprego no Japão
A disponibilidade de emprego do Japão em 2017 aumentou para o nível mais alto em 44 anos, disse o governo nesta terça-feira, no mais recente sinal de que o país atingiu uma boa fase de crescimento econômico.

O índice de empregos subiu para 1,50 no ano passado, o maior resultado desde 1973, quando atingiu o recorde histórico de 1,76. Isso significa que 150 vagas estavam disponíveis para cada 100 candidatos a emprego.

A taxa de desemprego caiu pelo sétimo ano consecutivo, para 2,8%, a menor desde 1993, mostraram dados do governo.

A economia do Japão, que cresceu a uma taxa anualizada de 2,5 por cento em julho-setembro, está passando pelo seu segundo ciclo de expansão mais longo na era do pós-guerra, ajudada pela forte demanda no exterior.

A taxa de desemprego manteve-se abaixo de 3 por cento para grande parte de 2017, mas a escassez de mão de obra ainda não se traduz em crescimento salarial mais robusto, uma dor de cabeça para os formuladores de políticas econômicas, já que o Banco do Japão ainda está longe de atingir sua meta de inflação de 2%.

As taxas de participação da força laboral das mulheres aumentaram, enquanto as empresas também encorajaram pessoas idosas a retornar ao mercado de trabalho.

O número de mulheres nas folhas de pagamento atingiu um máximo de 28,59 milhões em 2017, e a taxa de desemprego feminino ficou em 2,7%, ante os 2,8% em 2016. O desemprego masculino caiu para 3,0%, abaixo dos 3,3% do ano anterior.

Em dezembro, a disponibilidade de emprego aumentou para 1,59, atingindo seu nível mais alto em 44 anos, mas o desemprego subiu para 2,8%, ante 2,7% em novembro, piorando pela primeira vez em sete meses, de acordo com dados do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar e do Ministério do Interior e das Comunicações.

"A situação pode ser diferente dependendo do setor e entre trabalhadores regulares e de meio período, mas é evidente que a escassez de mão de obra é grave à medida que a economia está se expandindo", disse Yuichiro Nagai, economista da Barclays Securities Japan Ltd.

O primeiro-ministro Shinzo Abe está pedindo às empresas para aumentar o salário dos funcionários em pelo menos 3 por cento a partir do próximo ano fiscal, que começa em abril.

As empresas estão relutantes em aumentar os salários em parte por causa da incerteza sobre suas perspectivas econômicas e algumas, aparentemente, preferem aumentar o salário dos funcionários temporários para garantir trabalho, e não para os efetivos, de acordo com uma recente análise do governo.
Fonte: Alternativa com Reuters