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sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Produção das fábricas cai no Japão; taxa de desemprego sobe para 2,5%

Os riscos globais crescentes prejudicam a demanda e ameaçam a economia do país
Produção das fábricas no Japão

A produção industrial japonesa se contraiu em novembro e reverteu parcialmente o ganho do mês anterior, enquanto as vendas no varejo diminuíram drasticamente, à medida que os riscos globais crescentes prejudicam a demanda e ameaçam a economia do país, que depende das exportações.

A queda nas fábricas foi de 1,1 por cento, pressionada por um recuo na produção de máquinas para uso geral, após um aumento de 2,9 por cento em outubro, segundo dados divulgados pelo governo nesta sexta-feira (28).

Fabricantes entrevistados pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria (METI) esperam que a produção suba 2,2% em dezembro, mas caia 0,8% em janeiro.

O declínio ocorre em um momento de aumento da volatilidade nos mercados globais devido a preocupações com a desaceleração do crescimento nas economias dos EUA e da China, a incerteza sobre as políticas fiscal e monetária dos EUA e o protecionismo comercial.

Além das preocupações sobre a demanda no exterior, o consumo privado do Japão, que representa cerca de 60% da economia, também não mostra sinais de força.

As vendas no varejo do Japão aumentaram 1,4 por cento no ano até novembro, desacelerando acentuadamente em relação ao aumento de 3,6 por cento observado em outubro e diminuindo o ganho de 2,2 por cento esperado pelos economistas.

Desemprego
Dados separados mostraram que a taxa de desemprego do Japão subiu para 2,5% em novembro, ante 2,4% em outubro, e a disponibilidade de empregos cresceu para 1,63 vagas por candidato, de 1,62 no mês anterior, o melhor índice em 44 anos.

O envelhecimento e o encolhimento da população do Japão levaram a um mercado de trabalho restrito, causando escassez de mão de obra e elevando os salários gradualmente, à medida que muitas empresas se esforçam para atrair trabalhadores.
Fonte: Alternativa com Reuters

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Japão tem mais de 2,2 milhões de pessoas procurando por emprego; desemprego sobe pela primeira vez em 5 meses

desemprego no japaoA taxa de desemprego do Japão subiu pela primeira vez em cinco meses, atingindo 3,4% em junho, alta de 0,1% em relação ao mês de maio. Em junho, cerca de 2.220.000 pessoas estavam à procura de emprego, segundo dados divulgados pelo governo.

De acordo com o governo, o leve aumento da taxa de desemprego indica que mais pessoas estão dispostas a entrar no mercado de trabalho. No Japão, a taxa de desemprego é medida de acordo com o número de pessoas que estão à procura de emprego mas, por algum motivo, não estão empregadas.

Outro dado mostra que a oferta de emprego no país continua elevada, com 119 vagas para cada 100 candidatos.

Um funcionário do Ministério das Comunicações e Assuntos Internos disse à agência Kyodo que “o mercado de trabalho continua se recuperando”, com a manutenção da taxa de desemprego abaixo dos 3,5%, e também com a alta recorde do número de mulheres trabalhando.

No mês passado, cerca de 27,7 milhões de mulheres estavam empregadas, o maior número desde 1953, quando a taxa de desemprego começou a ser medida pelo governo.

O número total de pessoas trabalhando aumentou 0,5% em junho em relação ao mês anterior, com 63.910.000 de pessoas empregadas.
Fonte: IPC Digital
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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Índice de desemprego do Japão cai para 4% em setembro

Segundo dados do governo, disponibilidade de vagas permaneceu no maior nível em mais de cinco anos

Índice de desemprego do Japão cai para 4% em setembroA taxa de desemprego do Japão caiu levemente em setembro e a disponibilidade de vagas permaneceu no maior nível em mais de cinco anos, mostraram dados do governo, sinalizando um progresso constante na batalha para encerrar 15 anos de deflação.

O índice ajustado sazonalmente caiu para 4 por cento em setembro, ante 4,1 por cento em agosto, de acordo com dados do Ministério do Interior divulgados na terça-feira (horário local). A expectativa de economistas era de 4 por cento.

A relação vaga-candidato ficou em 0,95 em setembro, estável em relação ao mês anterior, quando atingiu o maior patamar desde maio de 2008. O número ficou abaixo da previsão média de economistas, de 0,96.

A oferta de novos empregos cresceu 2,7 por cento em setembro na comparação ao mês anterior e avançou 9,2 por cento em relação ao ano anterior.
Fonte: Exame com Reuters

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Desemprego no Japão tem seu nível mais baixo em quatro anos

Além disso, a produção industrial aumentou, dois sinais positivos para o governo de Shinzo Abe

Desemprego no Japão tem seu nível mais baixo em quatro anosA taxa de desemprego no Japão seguiu em seu nível mais baixo em quatro anos no mês de abril e a produção industrial aumentou, novos sinais positivos para o governo de Shinzo Abe, que busca tirar o país de uma deflação persistente, informaram os ministérios de Interior e Indústria.

A taxa de desemprego permaneceu estável, com 4,1%, ou seja, a mais baixa desde novembro de 2008, segundo o ministério do Interior.

O governo de Shinzo Abe dedicou mais de 40 bilhões de euros para obras públicas em seu orçamento anual, que se somam a outro valor similar integrado em um plano de recuperação colocado em andamento em janeiro.

Já a produção industrial subiu 1,7% em relação ao mês de março, o quinto aumento mensal consecutivo. As fábricas da terceira potência econômica mundial produzem mais carros, semicondutores e telas de cristal líquido (LCD), anunciou nesta sexta-feira o ministério da Indústria.

"As exportações estão aumentando graças à recuperação internacional e à debilidade do iene", depreciado há seis meses, explicou Masahiko Hashimoto, economista do Instituto Daiwa.

Apesar desta queda da moeda japonesa, que favorece sua atividade no exterior, os industriais são prudentes e preveem que a produção se estanque em maio e caia em junho.
Fonte: Exame com AFP