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sexta-feira, 15 de maio de 2020

Osaka começa a liberar gradualmente volta ao trabalho na província

A decisão afeta empresas, universidades e outras instituições acadêmicas
Osaka

A província de Osaka começará a liberar gradualmente o funcionamento de empresas e de outros setores da sociedade que estão temporariamente fechados para conter a disseminação do coronavírus.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (14) depois que Osaka cumpriu os critérios estabelecidos de forma independente para suspender a solicitação, noticiou a NHK.

A província removerá neste sábado (16) a suspensão de atividades realizadas por universidades e outras instituições acadêmicas, museus, bibliotecas, instalações comerciais, teatros e cinemas.

A solicitação também valerá para instalações de lazer, esporte e lazer, se o espaço total for inferior a 1.000 metros quadrados. Estão incluídas na medida salas de pachinko e cibercafés.

Pubs e restaurantes deverão fechar às 22h e parar de oferecer bebidas alcoólicas às 21h.

A província manterá a suspensão de atividades para bares, locais de música ao vivo, academias e outros tipos de empresas onde as infecções por aglomeração foram confirmadas.

A solicitação também permanecerá em vigor para os organizadores e operadores dos locais dos eventos, exceto os espaços alugados para reuniões.

Osaka criará diretrizes específicas para os operadores de empresas e instalações para impedir a propagação de infecções.

A decisão encerrar a suspensão das atividades até então vigente ocorreu após Osaka atender a três critérios por sete dias consecutivos.

De acordo com os critérios, deve haver menos de 10 novos casos não rastreáveis por dia; a porcentagem de casos positivos entre os testados para o vírus deve ser menor que 7%; e a taxa de ocupação de leitos hospitalares para pacientes em estado grave deve ser abaixo de 60 por cento.

Osaka planeja preparar outro conjunto de condições para atenuar ou suspender a solicitação de fechamento temporário de empresas e instalações que continuarão a ser cobertas por ela.

A província considera também relaxar a solicitação se o governo central elevar o estado de emergência em Osaka.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Japão poderá levantar o estado de emergência antes do prazo, diz Suga

Algumas escolas já retomaram as aulas, como em Tottori e Aomori
estado de emergência

O governo do Japão poderá levantar o estado de emergência em todo o país antes do final deste mês, mesmo em províncias que estão em "alerta especial", como Tóquio e Osaka.

Segundo noticiou a NHK, Yoshihide Suga, secretário-chefe do gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe disse a repórteres nesta quinta-feira (7) que especialistas analisarão e avaliarão por volta de 14 de maio o número de casos de Covid-19, bem como a disponibilidade de assistência médica em cada região.

Ele disse que se os especialistas decidirem que a declaração de emergência pode ser levantada antes de 31 de maio, o governo fará isso independentemente da situação das províncias.

Escolas
Enquanto isso, cerca de 140 estudantes retornaram às aulas em uma escola primária na província de Tottori, que estava fechada desde 27 de abril.

"Eu estava em casa e entediado, então estou feliz (por estar de volta)", disse um garoto da terceira série, que não quis ser identificado.

"Mal posso esperar para almoçar e ver meus amigos", acrescentou.

Masafumi Kohara, pai de dois meninos que frequentam outra escola primária na província, disse que as escolas são "precisamente" o tipo de local que as pessoas foram aconselhadas pelo governo a evitar.

"Não sei o que é certo", disse Kohara, de 34 anos.

Um total de 76 escolas administradas pelo governo da província de Aomori também reabriu após fechar temporariamente em 20 de abril.

Na cidade de Aomori, vários estudantes do ensino médio que usavam máscaras foram para a escola de bicicleta ou foram deixados de carro. Eles foram vistos conversando com amigos que estavam esperando por eles.

"Estou feliz que eles tenham reaberto, pois posso ver meus amigos novamente", disse o estudante Raimu Fujita, 16 anos.

"No entanto, estudar será um pouco complicado."
Fonte: Alternativa