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quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Toyota anuncia reinício de produção dos 3 modelos que foram alvos de fraude

Depois de 3 meses as duas plantas que produzem os 3 modelos, incluindo o Yaris Cross, voltaram à produção

Yaris Cross GR Sport
A Toyota Motor anunciou na quinta-feira (5) que retomou a produção dos três modelos de veículos, desde o turno noturno de quarta-feira (4), que estava suspensa devido a fraude na certificação da designação exigida para produção em massa. 

O reinício da produção estava, inicialmente, previsto para a noite de segunda-feira (2), mas foi adiado devido às influências do 11.º tufão, o Shanshan.

As duas plantas da Toyota Motor East, nas províncias de Miyagi e Iwate, voltaram a produzir o Yaris Cross, Corolla Axio e Corolla Fielder, depois de cerca de 3 meses.

Ambas as fábricas também montam outros modelos, mas devido à suspensão temporária das operações em todas as 14 plantas domésticas em resposta ao tufão Shanshan, o processo geral de produção foi atrasado e levou tempo para o reinício dos 3 modelos.  

A questão da fraude na certificação veio à tona no começo de junho, quando recebeu instruções para suspender a expedição e as linhas de produção. Em 31 de julho, foi liberada pelo Ministério de Terras, Infraestrutura, Transportes e Turismo do Japão (MLIT).
Fonte: Portal Mie com Yomiuri e Shimotsuke

segunda-feira, 17 de junho de 2024

Toyota continuará suspensão da produção para 3 modelos em julho

Toyota anuncia que continuará com suspensão de produção de 3 modelos

Toyota
A Toyota Motor Corp. disse na sexta-feira (14) que continuará a atual suspensão de produção até o fim de julho para 3 modelos de veículos afetados pelas suas irregularidades em testes.

A montadora japonesa decidiu estender a suspensão de produção, inicialmente programada para terminar em 28 de junho, enquanto sua investigação interna e uma do Ministério da Terra ainda estão em curso.

A Toyota também adiará o lançamento de seu novo SUV (veículos esportivo utilitário) Crown Estate de gama alta, inicialmente planejado para julho, visto que ela suspendeu os pedidos para novas certificações.

Os 3 modelos são o SUV Yaris Cross, o Corolla Fielder e o sedã Corolla Axio, todos fabricados em uma planta em Ohira (Miyagi).

O Yaris Cross também é produzido em uma fábrica na cidade de Kangasaki (Iwate). A produção total anual dos 3 modelos é de aproximadamente 130 mil unidades.

Após a Toyota ter reportado irregularidades em testes para 7 modelos, incluindo os 3, o Ministério dos Transportes ordenou em 3 de junho que a montadora japonesa suspendesse o envio e vendas dos três modelos, que estavam em produção.

A suspensão da produção começou em 6 de junho.
Fonte: Portal Mie com Nippon

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Japão prepara primeiro subsídio para empresa transferir produção da China

Com início em junho, a Iris Ohyama começará a produzir máscaras em sua base de operações na província de Miyagi
Iris Ohyama começará a produzir máscaras

A fabricante de produtos para o consumidor Iris Ohyama deverá ser a primeira empresa japonesa a receber um subsídio do governo para transferir produção para fora da China como parte de um esforço voltado a construir mais redes de fornecimento flexíveis.

Com início em junho, a Iris começará a produzir máscaras cirúrgicas na fábrica Kakuda, em sua base de operações localizada na província de Miyagi, nordeste do Japão. A companhia produzirá máscaras a partir do zero, incluindo as de não tecido, a fim de ficar independente de fornecedores do exterior. Até agosto, ela planeja produzir cerca de 150 milhões de máscaras por mês.

O governo separou mais de ¥240 bilhões ($2.2 bilhões) no orçamento suplementar do ano fiscal de 2020 para preparar um subsídio voltado às companhias que reorganizam suas redes de fornecimento.

Originalmente, a Iris tinha a intenção de usar um subsídio do governo que encoraja a produção de máscaras, mas agora ela solicitou aquele de realinhamento para rede de fornecimento.

Atualmente, a Iris produz máscaras cirúrgicas em fábricas chinesas na cidade portuária de Dalian, na província de Liaoning e em Suzhou, a oeste de Xangai, com não tecidos e outros materiais principais adquiridos de companhias locais.

O novo coronavírus paralisou a fabricação e logística em todo o mundo, principalmente ao expor as vulnerabilidades de empresas japonesas, as quais dependem da China para mais de 20% de suas necessidades de peças e materiais.

O primeiro-ministro Shinzo Abe saiu em apoio de investimentos para fortalecer a produção doméstica e redes de aquisição.

“Produtos que dependem de um único país e têm alto valor agregado voltarão ao Japão como base de operações”, disse Abe durante uma reunião do governo em março.

“Mesmo se os produtos não dependem de uma única nação, e não tem alto valor agregado, a fabricação será diversificada para a ASEAN (Associação nas Nações do Sudeste Asiático)”.

O governo pedirá às empresas que considerem se a aquisição estável e produção podem ser mantidas em tempos de crise. Ele também dará suporte a reformas em indústrias como as de autopeças e eletrônicos.
Fonte: Portal Mie com Asia Nikkei

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Indústria de peixes recorre a trabalhadores estrangeiros em Tohoku por falta de mão de obra

O setor paga de ¥800 a ¥1.000 por hora, dependendo do tipo de contrato de trabalho
Indústria de peixes

O setor de processamento de peixes na região Tohoku está recorrendo a trabalhadores estrangeiros para suprir a falta de mão de obra, informou o jornal Sankei nesta segunda-feira (19).

A atividade pesqueira voltou ao normal depois do desastre ocorrido em 2011, quando um terremoto seguido de tsunami devastou a região litorânea de Tohoku, mas as fábricas de processamento de peixes não conseguem funcionar com 100 por cento de produção e muitas linhas estão paradas.

A empresa Abecho, por exemplo, inaugurada em março deste ano em Kesennuma (Miyagi), tem duas linhas paradas porque conseguiu contratar apenas 20 dos 40 trabalhadores que a fábrica precisa para produzir integralmente.

A falta de funcionários pode estar ligada ao salário. O setor de processamento de peixes em Tohoku paga de ¥800 a ¥1.000 por hora, dependendo do tipo de contrato de trabalho. Os valores aumentaram cerca de ¥100 em relação à época antes da tragédia de 2011.

As fábricas estão contratando estagiários estrangeiros através de anúncios na Hellowork, a agência pública de empregos do governo. Em Miyagi e Iwate, as empresas conseguiram uma licença que permite contratar mais estrangeiros do que o permitido, segundo o jornal Sankei.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Toyota transfere produção do Corolla Fielder para Miyagi

Companhia busca transferir para Tohoku produção de automóveis pequenos

A Toyota prevê transferir a produção do carro Corolla Fielder para a região Tohoku, devastada pelo terremoto e tsunami de março, informou o diário Nikkei.

Atualmente a montagem do veículo é feita em uma fábrica de Shizuoka, onde foram produzidas 46.000 unidades no ano passado. A gigante da área automobilística planeja transferir a produção a partir do próximo ano. Na mesma província, o Corolla Axio é fabricado para abastecer o mercado nacional.

A montadora pretende transformar a região de Tohoku em base para a produção de veículos pequenos. Por outro lado, a fabricação de sedans Corolla para o mercado americano, atualmente produzido em Shizuoka, será transferida para uma nova planta no estado do Mississippi.
Fonte: IPC Digital

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Restaurantes criam empregos em zonas afetadas pelo desastre

Companhias irão construir call centers e fábricas de processamento em Iwate e Miyagi
A geração de empregos é a chave para reconstruir o nordeste do Japão. Por isso, administradores de cadeias de restaurantes como Watami e HotLand estão criando postos de trabalho em zonas afetadas pelo desastr de 11 de março, informou o jornal Nikkei.

A Watami pretende construir no próximo ano um call center para seu serviço de entrega a domicílio para pessoas idosas em Rikuzentakata (Iwate). O centro empregará 100 pessoas ou mais, incluindo formandos do ensino médio e àqueles que tenham perdido seus empregos.

A filial Watami Takushoku Co., oferece comidas em 32 prefeituras, mas possui apenas um call center, sediado em Nagasaki. Com pedidos cada vez maiores, que chegam a 160.000 por dia, se faz necessária a construção de mais centros.

Por sua parte, a HotLand, gerenciadora da rede de restaurantes de takoyaki Tsukiji-Gindako, transferirá sua sede da cidade de Kiryu (Gunma) para Ishinomaki (Miyagi). Graças a essa mudança serão gerados em torno de 100 postos de trabalho.

Além disso, a empresa construirá uma fábrica de processamento de polvo na cidade que trabalhará com cerca de 2.000 toneladas por ano. Atualmente a companhia processa 6.500 toneladas de polvo em uma fábrica na China.
Fonte: IPC Digital